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acolhedoradepais - 208 posts

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#Republicar @acolhedora.de.pais
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Você sabe que é contraprodutivo separar a razão da emoção? As emoções são uma parte indispensável da nossa vida racional. E assim como diz o Damásio – quando fala sobre a sua teoria no livro “o Erro de Descartes” , são as emoções que propõem o equilíbrio das nossas decisões.
São elas que nos fazem únicos, é o nosso comportamento emocional que nos diferencia uns dos outros. A natureza e a extensão do nosso repertório de respostas emocionais não dependem exclusivamente do nosso cérebro, mas da sua interação com o corpo, e das nossas próprias percepções deste. E é essa percepção, é a apreciação do estado do nosso corpo e da mente,durante as emoções, que provocam os sentimentos.
Então por que falar que existem emoções boas ou ruins, ensinar as crianças que há coisas que não podem ser sentidas se a gente precisa sentir e precisa de todas as emoções para que possamos tomar decisões?
As emoções são, sobretudo, amorais....sentir raiva, inveja, frustração, arrependimento não nos faz pessoas boas ou ruins e é por isso que precisamos ensinar as crianças sobre essas questões para que elas aprendam a identificar o que sentem e que através da gestão das emoções convidem a razão e aprendam a tomar boas decisões.
Quer aprender mais sobre sua própria gestão emocional e como ajudar seu filho a desenvolver isso? Me envia um e-mail para acolhedoradepais@gmail.com e podemos trabalhar isso juntos através do processo de Psicoeducação Parental.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#acolhedoradepais #parentalidadepositiva #parenting #psicologiaparental #emoções #inteligênciaemocional #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçãodepais #psicoeducaçãodepais #paisfelizesfilhosfelizes #desenvolvimentoinfantil
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#Republicar @acolhedora.de.pais
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Você sabe que é contraprodutivo separar a razão da emoção? As emoções são uma parte indispensável da nossa vida racional. E assim como diz o Damásio – quando fala sobre a sua teoria no livro “o Erro de Descartes” , são as emoções que propõem o equilíbrio das nossas decisões. 
São elas que nos fazem únicos, é o nosso comportamento emocional que nos diferencia uns dos outros. A natureza e a extensão do nosso repertório de respostas emocionais não dependem exclusivamente do nosso cérebro, mas da sua interação com o corpo, e das nossas próprias percepções deste. E é essa percepção, é a apreciação do estado do nosso corpo  e da mente,durante as emoções, que provocam os sentimentos. 
Então por que falar que existem emoções boas ou ruins, ensinar as crianças que há coisas que não podem ser sentidas se a gente precisa sentir e precisa de todas as emoções para que possamos tomar decisões? 
As emoções são, sobretudo, amorais....sentir raiva, inveja, frustração, arrependimento não nos faz pessoas boas ou ruins e é por isso que precisamos ensinar as crianças sobre essas questões para que elas aprendam a identificar o que sentem e que através da gestão das emoções convidem a razão e aprendam a tomar boas decisões. 
Quer aprender mais sobre sua própria gestão emocional e como ajudar seu filho a desenvolver isso? Me envia um e-mail para acolhedoradepais@gmail.com e podemos trabalhar isso juntos através do processo de Psicoeducação Parental.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#acolhedoradepais #parentalidadepositiva #parenting #psicologiaparental #emoções #inteligênciaemocional #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçãodepais #psicoeducaçãodepais #paisfelizesfilhosfelizes #desenvolvimentoinfantil
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53 4 4 June, 2019

#Repost #acolhedoradepais 👨‍👩‍👧‍👦✨Pagar boas escolas, plano de saúde, roupas novas, brinquedos modernos, celulares da moda, viagens dos sonhos e festas de aniversários grandiosas definitivamente é uma escolha sua, mesmo que seus filhos tenham pedido insistentemente, ou que você julgue alguns desses gastos como essenciais....eles são uma escolha sua. E ainda que a sua escolha (ou impossibilidade) de não ter gastos homéricos com os filhos, mas que haja o esforço diário para fazer uma comida novinha, deixar as roupas limpinhas e dar o melhor que você consegue para educar seus filhos com amor e respeito....ainda assim é uma escolha sua. Essa escolha não gera uma espécie de crédito para nós, os pais. Essa escolha não pode e nem deve ser colocada como uma dívida a ser paga, seja com obediência, agrados, afeto , bons comportamentos ou até o cuidado na nossa velhice. 🤗O amor, o cuidado e até os agrados devem ser feitos aos filhos de maneira incondicional. Porque nenhuma relação é um contrato de serviços a serem prestados, muito menos a de pais e filhos. O nosso amor, esforço e dedicação para cuidar e amar os seres que nós colocamos no mundo (mesmo que trazer estes seres humanos ao mundo não tenha sido uma escolha consciente), não pode gerar uma dívida por quem não pediu para adquiri-la. Carregar essa dívida é uma cruz muito pesada, além de que é uma dívida impagável, daquelas que você vai precisar parcelar a vida inteira. Amor não se cobra, filho não precisa deixar os pais orgulhosos porque estes pais deram “comida e roupa lavada” (lê-se amor). Você pode até achar que amor incondicional não existe e que há sempre um interesse de receber algo em troca nas relações. 💞E eu te digo que esse amor existe, e ele se encontra aí com você...Filhos nascem programados para amar seus pais incondicionalmente, e a maior prova disto é que eles esquecem as falhas dos pais ou até conseguem encontrar justificativas no amor para elas. .
.
.
🌸 Psicóloga Vanessa Costa
🌈 Psicoterapia para crianças, adolescentes e Orientação Parental
📱(37)99914.3246

#psicologia #psicologiapositiva #criancas #adolescentes #infantojuvenil #infancia #psicologaparademinas #parademinas #parademinasmg

#Repost #acolhedoradepais 👨‍👩‍👧‍👦✨Pagar boas escolas, plano de saúde, roupas novas, brinquedos modernos, celulares da moda, viagens dos sonhos e festas de aniversários grandiosas definitivamente é uma escolha sua, mesmo que seus filhos tenham pedido insistentemente, ou que você julgue alguns desses gastos como essenciais....eles são uma escolha sua. E ainda que a sua escolha (ou impossibilidade) de não ter gastos homéricos com os filhos, mas que haja o esforço diário para fazer uma comida novinha, deixar as roupas limpinhas e dar o melhor que você consegue para educar seus filhos com amor e respeito....ainda assim é uma escolha sua. Essa escolha não gera uma espécie de crédito para nós, os pais. Essa escolha não pode e nem deve ser colocada como uma dívida a ser paga, seja com obediência, agrados, afeto , bons comportamentos ou até o cuidado na nossa velhice. 🤗O amor, o cuidado e até os agrados devem ser feitos aos filhos de maneira incondicional. Porque nenhuma relação é um contrato de serviços a serem prestados, muito menos a de pais e filhos. O nosso amor, esforço e dedicação para cuidar e amar os seres que nós colocamos no mundo (mesmo que trazer estes seres humanos ao mundo não tenha sido uma escolha consciente), não pode gerar uma dívida por quem não pediu para adquiri-la. Carregar essa dívida é uma cruz muito pesada, além de que é uma dívida impagável, daquelas que você vai precisar parcelar a vida inteira. Amor não se cobra, filho não precisa deixar os pais orgulhosos porque estes pais deram “comida e roupa lavada” (lê-se amor). Você pode até achar que amor incondicional não existe e que há sempre um interesse de receber algo em troca nas relações. 💞E eu te digo que esse amor existe, e ele se encontra aí com você...Filhos nascem programados para amar seus pais incondicionalmente, e a maior prova disto é que eles esquecem as falhas dos pais ou até conseguem encontrar justificativas no amor para elas. .
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🌸 Psicóloga Vanessa Costa
🌈 Psicoterapia para crianças, adolescentes e Orientação Parental
📱(37)99914.3246

#psicologia #psicologiapositiva #criancas #adolescentes #infantojuvenil #infancia #psicologaparademinas #parademinas #parademinasmg
25 2 9 May, 2019

Tem se questionado muito sobre se a forma que você educa seus filhos é a forma correta? A gente nem precisa realizar um atendimento para eu te falar que não existe forma certa e nem errada. Existe a forma que faz sentido pra você. Que é a que atende as necessidades dos seus filhos, as suas e da sua família. Agora, se você não tem conseguido atender as estas necessidades e de alguma forma a Parentalidade não tem tido o sentido que você gostaria, pode ser que você precise de ajude! Aí sim, um encontro comigo pode ser útil. Nos atendimentos a gente pode trabalhar todos os assuntos que permeiam a Parentalidade, o desenvolvimento das crianças, as relações familiares e ainda sobre o teu processo de autoconhecimento. Tudo isso sob a perspectiva da Psicologia. .
O que acontece depois dos nossos encontros? A possibilidade de enxergar novas estratégias e práticas para construir relações saudáveis com você mesmo e com as crianças, além da chance de abandonar aquelas que não estavam funcionando. E no final, o poder de criar relações com significado, de educar a si mesmo e educar seus filhos de forma saudável. A minha agenda de atendimentos online para ABRIL está aberta. Se você precisa da minha ajuda, fala comigo por DIRECT. .

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental -CRP 13/6519
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaonline #psicologiaparental #educaçãoparental #desenvolvimentoinfantil

Tem se questionado muito sobre se a forma que você educa seus filhos é a forma correta? A gente nem precisa realizar um atendimento para eu te falar que não existe forma certa e nem errada. Existe a forma que faz sentido pra você. Que é a que atende as necessidades dos seus filhos, as suas e da sua família. Agora, se você não tem conseguido atender as estas necessidades e de alguma forma a Parentalidade não tem tido o sentido que você gostaria, pode ser que você precise de ajude! Aí sim, um encontro comigo pode ser útil. Nos atendimentos a gente pode trabalhar todos os assuntos que permeiam a Parentalidade, o desenvolvimento das crianças, as relações familiares e ainda sobre o teu processo de autoconhecimento. Tudo isso sob a perspectiva da Psicologia. .
O que acontece depois dos nossos encontros? A possibilidade de enxergar novas estratégias e práticas para construir relações saudáveis com você mesmo e com as crianças, além da chance de abandonar aquelas que não estavam funcionando. E no final, o poder de criar relações com significado, de educar a si mesmo e educar seus filhos de forma saudável.  A minha agenda de atendimentos online para ABRIL está aberta. Se você precisa da minha ajuda, fala comigo por DIRECT. .

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental -CRP 13/6519
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor  #psicologiaonline #psicologiaparental #educaçãoparental #desenvolvimentoinfantil
41 0 17 hours ago

Lembre-se! Fugir dos problemas só adia o que precisa ser resolvido.
Ontem ouvi a seguinte frase.
“O mar é salgado em todos os lugares”. Então, bora se cuidar.
#psicologia #autoconhecimento #psicologiapositiva #mãeforadacaixa #acolhedoradepais #acolhedoramente

Lembre-se! Fugir dos problemas só adia o que precisa ser resolvido.
Ontem ouvi a seguinte frase.
“O mar é salgado em todos os lugares”. Então, bora se cuidar.
#psicologia #autoconhecimento #psicologiapositiva #mãeforadacaixa #acolhedoradepais #acolhedoramente
35 0 1 March, 2019

A educação emocional deveria ser de fácil acesso a todos, mas principalmente aos pais. A educação emocional nos ensina a diferença entre comportamentos, pensamentos e sentimentos. E, como pais, precisamos de habilidades para compreender o que a criança sente e qual a relação disto com os comportamentos dela, a fim de abrir espaço para nossos filhos manifestarem sua sensibilidade e vulnerabilidades, que muitas vezes não são reconhecidas. É através da validação das emoções mais profundas, nossas e dos nossos filhos, que conseguimos a conexão e sensação de bem-estar. .
.

Vamos conversar mais sobre isto?
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
.
.

#parentalidade #parentalidadepositiva #educaçãonãoviolenta #educaçaoemocional #educarcomresponsabilidade #educaçãoparental #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #parenting #maternidade #psicologiaparental #criançasfelizes #paisfelizesfilhossaudáveis #inteligênciaemocional #educaçãorespeitosa #inteligênciaemocional #educandopais #acolhedoradepais

A educação emocional deveria ser de fácil acesso a todos, mas principalmente aos pais. A educação emocional nos ensina a diferença entre comportamentos, pensamentos e sentimentos. E, como pais, precisamos de habilidades para compreender o que a criança sente e qual a relação disto com os comportamentos dela, a fim de abrir espaço para nossos filhos manifestarem sua sensibilidade e vulnerabilidades, que muitas vezes não são reconhecidas. É através da validação das emoções mais profundas, nossas e dos nossos filhos, que conseguimos a conexão e sensação de bem-estar. .
.

Vamos conversar mais sobre isto?
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.
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
.
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#parentalidade #parentalidadepositiva  #educaçãonãoviolenta #educaçaoemocional #educarcomresponsabilidade #educaçãoparental #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #parenting  #maternidade #psicologiaparental #criançasfelizes #paisfelizesfilhossaudáveis  #inteligênciaemocional #educaçãorespeitosa #inteligênciaemocional #educandopais #acolhedoradepais
268 5 10 February, 2019

Excelente sexta a todos !!! Respeito sempre 💖

Excelente sexta a todos !!! Respeito sempre 💖
41 7 8 February, 2019

Essa página é tão incrível para nós, papais de primeira viagem.
As vzs menosprezamos a importância das nossas atitudes com os outros, com a criança e etc. E mts vzs não focamos no quanto o ambiente influencia na personalidade dos nossos filhos.
Eu curto e compartilho as dicas aqui.
Pq MÃE AJUDA MÃE.
#acolhedoradepais #mãeajudamãe #mamãe #mae #lar #maedeprimeiraviagem #maedeprincesa #maeefilha #mamãe #mae #lar #maternidadereal #maternidade

Essa página é tão incrível para nós, papais de primeira viagem. 
As vzs menosprezamos a importância das nossas atitudes com os outros, com a criança  e etc. E mts vzs não  focamos no quanto o ambiente influencia na personalidade dos nossos filhos. 
Eu curto e compartilho as dicas aqui.
Pq MÃE AJUDA MÃE. 
#acolhedoradepais #mãeajudamãe #mamãe #mae #lar #maedeprimeiraviagem #maedeprincesa #maeefilha #mamãe #mae #lar #maternidadereal #maternidade
13 0 14 January, 2019

Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
.
@acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
.

Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir segura em seu próprio ambiente.
.
A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar. E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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#desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #educaçãodepais #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #parenting #motherhood #maternidade #paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes

Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
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@acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
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Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir  segura em seu próprio ambiente.
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A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar.  E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros  e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
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www.acolhedoradepais.com
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#desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #educaçãodepais #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #parenting #motherhood #maternidade #paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes
82 2 19 December, 2018

・・・
Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
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#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

・・・
Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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Especialista em Neuropsicologia
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#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental
123 6 13 December, 2018

Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
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Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir segura em seu próprio ambiente.
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A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar. E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
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Ana Flora Medeiros
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Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
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Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir  segura em seu próprio ambiente.
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A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar.  E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros  e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
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www.acolhedoradepais.com
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79 2 10 December, 2018

As relações parentais (entre pais e filhos) é muito sobre o adulto, acredito nisto. Mas é também sobre a criança. Quando aceitamos que nossos filhos não são nossas miniaturas, que eles tem natureza e temperamento próprios (que podem sim ter herdado algo de nós), mas que se constituem um seres humanos únicos, é que de certa forma podemos construir um ambiente que seja favorável ao desenvolvimento pleno dessas crianças. Uma ambiente livre de desrespeito em relação a natureza do outro e sobretudo um ambiente em que a criança pode ser quem ela realmente é. .
💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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#parentalidade #parentalidadepositiva #educaçãonãoviolenta #educaçaoemocional #educarcomresponsabilidade #educaçãoparental #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #parenting #maternidade #psicologiaparental #criançasfelizes #paisfelizesfilhossaudáveis #inteligênciaemocional #pensamentosautomáticos #criaçãocomapego #limites #divórcio #toddlers #acolhedoradepais #natureza #temperamento

As relações parentais (entre pais e filhos) é muito sobre o adulto, acredito nisto. Mas é também sobre a criança. Quando aceitamos que nossos filhos não são nossas miniaturas, que eles tem natureza e temperamento próprios (que podem sim ter herdado algo de nós), mas que se constituem um seres humanos únicos, é que de certa forma podemos construir um ambiente que seja favorável ao desenvolvimento pleno dessas crianças. Uma ambiente livre de desrespeito em relação a natureza do outro e sobretudo um ambiente em que a criança pode ser quem ela realmente é. .
💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
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83 1 6 December, 2018

Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
X
“Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
.
A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
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💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental

Estamos sempre cheios de boas intenções. “Se eu posso comprar, pra que raios fazer a criança passar vontade? Ou se não posso, por que não fazer um esforço? Afinal não quero que meu filho seja o único na escola que não tem o último modelo do iphone. Era tão ruim quando eu estava nessa posição”
X
“Aqui em casa nada vem fácil! Na minha época não tinha negócio de celular, roupa da moda, brinquedo caro...Sofri pra conseguir tudo e faço a mesma coisa com meu filho. Dinheiro não nasce em árvore. Vai sofrer pra conseguir, tem que pelo menos passar por média na escola.”
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A verdade é que na maioria das vezes assumimos uma dessas duas posturas. Amamos nossos filhos e no fundo, a intenção é sempre proteger...seja da falta ou do excesso. E pra variar, conseguir o equilíbrio é uma tarefa difícil, que exige um olhar gentil pro nosso interior para entender de onde vem o nosso comportamento com o dinheiro, com o consumo, com o “ter”. Estivemos no lugar da falta ou do excesso? Estamos ainda nessa posição? Queremos exatamente proteger nossos filhos de que? .
Eu não sei o lugar de onde você veio...mas quero te ajudar a pensar sobre ele e a refletir o que exatamente você deseja ensinar ao seus filhos. Isso não significa que não podemos comprar o último modelo do Iphone pro nosso filho que transformará ele em um consumista desenfreado e sem limites. Não significa também que não podemos realmente tentar ensinar que dinheiro não se encontra na esquina. A ideia do post é tentar analisar de onde vem o nosso comportamento, sobretudo, com o excesso (especialmente nesta época do ano) e atentar para os riscos que existem nele. Chamando atenção também para o fato de que não há nada de errado com uma criança que tem vontades. Todos nós sentimos vontades, algumas vezes podemos realizar, outras não. Há pessoas que podem realizar com mais facilidade. Outras que realizam essas vontades com muito mais dificuldade. E é sobre isso que a gente precisa ensinar. Que o “TER” nem sempre é possível, saudável e necessário.
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💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
311 17 6 December, 2018

📢Respostas a essas e outras questões no áudio de hoje da lista de transmissão. .
Quer receber? Envia "preciso me sentir acolhido" no link da bio na aba "lista de transmissão". É 💯% gratuito e tem áudios toda semana sobre temas que envolvem Parentalidade e Desenvolvimento Infantil.
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⚠️Se você constumava receber os áudios e não recebe mais, provavelmente deve ter acontecido algum problema com seu contato. Envia a mensagem novamente. .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#parentalidade #parentalidadepositiva #educaçãonãoviolenta #educaçaoemocional #educarcomresponsabilidade #educaçãoparental #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #parenting #maternidade #psicologiaparental #criançasfelizes #paisfelizesfilhossaudáveis #inteligênciaemocional #pensamentosautomáticos #criaçãocomapego #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #psicoeducaçãodepais #educaçãoparental #parenting #motherhood #toddlers

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119 4 20 November, 2018

Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
. Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
.

Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
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Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
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192 8 11 November, 2018

A Iara do @maesemportugal me convidou para participar desse projeto lindo dela, com um time maravilhoso de mulheres empreendedoras e competentes. Agora sou colunista do blog "Mães em Portugal" e lá escreverei sobre Parentalidade e Desenvolvimento Infantil junto com a @nos4umtime. Tô animadíssima. Vem muito conteúdo de qualidade por ai, acompanhem no www.maesemportugal.com. 👏👏👏 #Repost @maesemportugal (@get_repost)
・・・
Novidades! Temos sim senhor!
É com muita alegria que anuncio hoje a vocês que o site do Mães em Portugal já está disponível!
O @maesemportugal é o primeiro portal voltado exclusivamente para o empreendedorismo materno em Portugal.

Eu estou muito feliz por poder dar mais um passo rumo à construção de nossos sonhos!! Foram horas incansáveis e o apoio da equipe de peso que se juntou para participar desse lançamento foi importantíssimo!
.
.
Fica aqui o meu agradecimento às queridas colaboradoras:
Ana Flora - @acolhedora.de.pais.
Catarine Vieira - @psicologa_catarine.
Gabi Lacerda - @gabilacerda13.
Isabela Romar - @sobrenosquatro.
Maria Cecília - @nos4umtime.
Mariana Carneiro - @maedoano.
Renata Pfaltzgraff - @renatahealthcoach.
Taynah Silva - @casacom3.
E eu claro!
Cada uma ficou responsável por uma coluna temática no site, onde a gente vai poder ler, se identificar e principalmente se encontrar nos textos que serão escritos semanalmente.
.
.

#maesemportugal #sitemaesemportugal #empreendedorismomaterno #supportsmallbusinesses #compredeumamaeempt #acolhedoradepais #parentalidade #BrasilePortugal #desenvolvimentoinfantil

A Iara do  @maesemportugal me convidou para participar desse projeto lindo dela,  com um time maravilhoso de mulheres empreendedoras e competentes. Agora sou colunista do blog "Mães em Portugal" e lá escreverei sobre Parentalidade e Desenvolvimento Infantil  junto com a @nos4umtime. Tô animadíssima. Vem muito conteúdo de qualidade por ai, acompanhem no www.maesemportugal.com. 👏👏👏 #Repost @maesemportugal (@get_repost)
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Novidades! Temos sim senhor!
É com muita alegria que anuncio hoje a vocês que o site do Mães em Portugal já está disponível!
O @maesemportugal é o primeiro portal voltado exclusivamente para o empreendedorismo materno em Portugal.

Eu estou muito feliz por poder dar mais um passo rumo à construção de nossos sonhos!! Foram horas incansáveis e o apoio da equipe de peso que se juntou para participar desse lançamento foi importantíssimo!
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Fica aqui o meu agradecimento às queridas colaboradoras:
Ana Flora - @acolhedora.de.pais.
Catarine Vieira - @psicologa_catarine.
Gabi Lacerda - @gabilacerda13.
Isabela Romar - @sobrenosquatro.
Maria Cecília - @nos4umtime.
Mariana Carneiro - @maedoano.
Renata Pfaltzgraff - @renatahealthcoach.
Taynah Silva - @casacom3.
E eu claro!
Cada uma ficou responsável por uma coluna temática no site, onde a gente vai poder ler, se identificar e principalmente se encontrar nos textos que serão escritos semanalmente.
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46 2 5 November, 2018

Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início.
É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
.
.
Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: • Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
• Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
• Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
• Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
• Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
• Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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Continua 👇 👇👇

Se você não viu o início desta série de post, volte um post e leia o início. 
É bem verdade que nada funciona como mágica quando se trata de educar crianças. Muitas vezes você irá precisa repetir a mesma orientação e a usar a mesma estratégias 50 vezes. E assim terá que ser, até que a criança consiga aprender. Por que o aprendizado algumas vezes exige além da sua capacidade de ensinar....exige que a criança tenha maturidade para aprender o que está sendo ensinado. Então, ter paciência e se livrar das expectativas é o primeiro segredo. Depois, é preciso avaliar se você sabe como conduzir, neste caso, a irritação em você mesmo pra que depois você consiga ensinar sobre isso a alguém (o seu filho ou filha). A gente não pode ensinar aquilo que não sabe, não é mesmo? Sendo assim, o segundo passo é trabalhar a forma como você lida com as emoções, conhecer seus gatilhos, reconhecer pensamentos automáticos, trabalhar crenças, emoções e comportamentos, portanto, pode ser que além do seu filho você também precise de ajuda...corra atrás dela! Por fim, entram as estratégias ou ferramentas que serão usadas diretamente com a criança. Há inúmeras e cabe ao adulto escolher aquelas que mais fazem sentido.
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Aqui seguem algumas orientações de como ajudar a criança a lidar com irritação: •	Ajudar a compreender o que sente, o que deseja e como conseguir. Quando sente algo negativo, explicar que é natural e procurar uma solução construtiva;
•	Ajudar a acalmar-se em situações de tensão (respirar fundo, pensar em coisas positivas). Reconhecer sempre que a criança demonstre capacidade de autorregulação;
•	Utilizar a linguagem dos sentimentos “Estou orgulhoso de você”, “Estás triste porque não podes jogar no celular”;
•	Concentre-se nos sentimentos positivos embora fale igualmente sobre os negativos.
•	Falar com a criança sobre as emoções – favorece a aprendizagem na expressão dos sentimentos e na regulação das emoções;
•	Evitar dizer “Não fique com raiva ”ou "Não chore" – A criança tem o direito de sentir raiva , deve sentir e aprender a regular esta emoção para que possa desenvolver um comportamento adaptativo. .
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Continua 👇 👇👇
167 4 23 October, 2018

Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
.
Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
.
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❤️Por mais tempo e menos agenda! 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
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Ana Flora Medeiros

Uma criança motivada, curiosa e com vontade de desbravar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer, muito provavelmente será um adulto com essas mesmas características. A motivação infantil é sim, extremamente importante para a vida adulta e nós, como pais, mãe e educadores, podemos estimular isso na crianças desde cedo. O que precisamos entender é que a motivação é uma característica intrínseca da espécie humana. Desde que nascemos é ela que nos impulsiona ao suprimento de nossas necessidades mais básicas como comida, descanso e afeto. Basta observar como um bebezinho recém-nascido agita os braços e chora com vontade quando está faminto ou querendo o colo de alguém, demonstrando que a motivação infantil é uma realidade incontestável. Entretanto, os níveis de motivação que carregamos conosco na idade adulta são influenciados diretamente pela maneira como essa característica foi trabalhada (ou não) durante a nossa infância. É isso mesmo! Adultos altamente motivados e que correm atrás de seus objetivos de vida com gana e coragem certamente foram crianças estimuladas em sua capacidade de sentirem-se motivadas a encarar os desafios da vida. .
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Dessa forma, nós pais, precisamos saber como estimular essa motivação nas nossas crianças. E atualmente o que tem acontecido é que os pais buscam cada vez mais oferecer aos filhos o maior número de atividades possíveis para que eles destaquem. Esse agendamento excessivo fazem com que as crianças se preparem para a vida como se ela fosse uma espécie de combate, de guerra e competição. E esquecem que a vida deve ser muito mais sobre a capacidade de aprender valores, de estar motivado para enfrentar os desafios, de descobrir habilidades do que enfrentar uma guerra. Claro que as crianças precisam de um ambiente que as estimulem, e óbvio que algumas atividades podem ser muito boas pra isso. Mas, para além disso, a criança precisa de tempo...tempo para criar e também de relações fortes e estruturantes para que se sintam encorajadas e motivadas.
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Ana Flora Medeiros
199 4 15 October, 2018

#Repost @acolhedora.de.pais (@get_repost)
・・・
👉Arraste para o lado e veja todas as imagens .
.
As frases são fortes! Mas são reais. Essas respostas foram de uma pesquisa realizada no Reino Unido pela End Corporal Punishment e são falas de crianças entre 5 e 8 anos. .
Fica claro o sentimento que gera nas crianças de ameaça, tristeza, dor, humilhação e confusão. Há várias pesquisas no mundo inteiro que retratam os efeitos da violência severa e da "palmada educativa" como um fator que gera a reprodução do comportamento de bater, pelas crianças. Crianças que foram educadas dessa forma entendem que é um método apropriado para conseguirem o que desejam e imitam seus pais. E esses castigos fisicos se perpetuam ao longo das gerações. É por isso que precisamos buscar alternativas aos métodos educativos que mostram apenas uma dificuldade do adulto em buscar recursos para educar as crianças e em ter autocontrole e que promove um distanciamento dessa criança dos adultos de referência. .
Minha fonte para esse post foi: cthebean.wordpress.com/children-speak-about-how-spanking-feels-to-them.

Neste blog tem diversas respostas da investigação realizada com as crianças no Reino Unido.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #castigos #palmada #desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #educacaoinfantil #educaçãoparental #psicologiaparental

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As frases são fortes! Mas são reais. Essas respostas foram de uma pesquisa realizada no Reino Unido pela End Corporal Punishment e são falas de crianças entre 5 e 8 anos. .
Fica claro o sentimento que gera nas crianças de ameaça, tristeza, dor, humilhação e confusão. Há várias pesquisas no mundo inteiro que retratam os efeitos da violência severa e da "palmada educativa" como um fator que gera a reprodução do comportamento de bater, pelas crianças. Crianças que foram educadas dessa forma entendem que é um método apropriado para conseguirem o que desejam e imitam seus pais. E esses castigos fisicos se perpetuam ao longo das gerações. É por isso que precisamos buscar alternativas aos métodos educativos que mostram apenas uma dificuldade do adulto em buscar recursos para educar as crianças e em ter autocontrole e que promove um distanciamento dessa criança dos adultos de referência. .
Minha fonte para esse post foi: cthebean.wordpress.com/children-speak-about-how-spanking-feels-to-them.

Neste blog tem diversas respostas da investigação realizada com as crianças no Reino Unido. 
Ana Flora Medeiros 
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85 1 13 October, 2018

Por aqui estamos na fase do.medo, Francisco ás vezes fala que está com medo do nada e saí correndo para o colo mais próximo.

#Repost from @acolhedora.de.pais with @regram.app ... Todo mundo sente medo...eu, você, uma criança, um idoso. O ser humano sente medo, e é uma emoção como todas as outras. Logo, a gente não precisa dizer a criança que ela não está com medo, ou que o medo dela é bobagem ou ainda que o medo dela em determinada situação não faz sentido. Precisamos valodar o medo, assim como todas as outras emoções . Dizer "eu sei que estás com medo" pode ser bem mais efetivo que dizer "não sinta medo que eu estou aqui pra te proteger". O sentimento de segurança precisa existir, claro. Mas não precisamos dizer a criança que não sinta determinada emoção. O interessante é que ela sinta a emoção e que aprenda a geri-la. Que aprenda a conduzir este medo. Uma forma de conduzir isto seria redirecionar o pensamento.
.
Um exemplo: “Eu sei que pode ser assustador pensar em monstros. Mas sabe o que você pode fazer para tirar isso da cabeça? Que tal mudarmos as imagens e pensarmos em uma coisa diferente? Vamos colocar nesse monstro uma roupa de ballet? Ou quem sabe se a gente vestir esse monstro de palhaço? Como ele ficaria?”
.
A intenção é ensinar a criança desde sempre que ela pode prestar atenção a atividade da sua mente e a redirecionar. O encorajamento no caso dos medos também é importante. Mas deixarei pra falar sobre ele outro post.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós-graduada em Parentalidade Positiva
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Por aqui estamos na fase do.medo, Francisco ás vezes fala que está com medo do nada e saí correndo para o colo mais próximo.

#Repost from @acolhedora.de.pais with @regram.app ... Todo mundo sente medo...eu, você, uma criança, um idoso. O ser humano sente medo, e é uma emoção como todas as outras. Logo, a gente não precisa dizer a criança que ela não está com medo, ou que o medo dela é bobagem ou ainda que o medo dela em determinada situação não faz  sentido. Precisamos valodar o medo, assim como todas as outras emoções . Dizer "eu sei que estás com medo" pode ser bem mais efetivo que dizer "não sinta medo que eu estou aqui pra te proteger". O sentimento de segurança precisa existir, claro. Mas não precisamos dizer a criança que não sinta determinada emoção. O interessante é que ela sinta a emoção e que aprenda a geri-la. Que aprenda a  conduzir este medo. Uma forma de conduzir isto seria redirecionar o pensamento.
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 Um exemplo: “Eu sei que pode ser assustador pensar em monstros. Mas sabe o que você pode fazer para tirar isso da cabeça? Que tal mudarmos as imagens e pensarmos em uma coisa diferente? Vamos colocar nesse monstro uma roupa de ballet? Ou quem sabe se a gente vestir esse monstro de palhaço? Como ele ficaria?”
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A intenção é ensinar a criança desde sempre que ela pode prestar atenção a atividade da sua mente e a redirecionar. O encorajamento no caso dos medos também é importante. Mas deixarei pra falar sobre ele outro post.

Ana Flora Medeiros 
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24 2 9 October, 2018

Grande parte das vezes nós estamos cheios de boas intenções. Claro que queremos o melhor para os nossos filhos, os amamos e desejamos que cresçam felizes. Mas, na maioria das vezes, o amor e o querer o melhor não são suficientes se não nos livrarmos daquele sentimento (que as vezes tá lá dentro escondido) do controle, de fazer dos nossos filhos seres que precisam ser "adestrados". .
.
É preciso sentir amor, querer o melhor, mas para além disso a gente precisa empatizar, compreender, saber do que a criança é capaz e só depois disso tentar ajudá-las, livre de qualquer desejo de controle, de poder, de desejo de manipulação ou de falta de empatia. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidade #parentalidadepositiva #equilibrioparental #equilibrioemocional #desenvolvimentoinfantil #psicologiaparental #psicologiainfantil #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #educaçãonãoviolenta #educaçãopositiva
#parenting #maternidade #paternidade #acolhedoradepais

Grande parte das vezes nós estamos cheios de boas intenções. Claro que queremos o melhor para os nossos filhos, os amamos e desejamos que cresçam felizes. Mas, na maioria das vezes, o amor e o querer o melhor não são suficientes se não nos livrarmos daquele sentimento (que as vezes tá lá dentro escondido) do controle, de fazer dos nossos filhos seres que precisam ser "adestrados". .
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É preciso sentir amor, querer o melhor, mas para além disso a gente precisa empatizar, compreender, saber do que a criança é capaz e só depois disso tentar ajudá-las,  livre de qualquer desejo de controle, de poder, de desejo de manipulação ou de falta de empatia. .
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76 3 8 October, 2018

O que acontece quando observamos nossos filhos sem julgamentos? E se fizermos isso olhos nos olhos tentando enxergar a essência deles? .
.
E se fizermos tudo isso deixando nosso ego de lado? Deixando de lado a nossa necessidade de controle e disciplina? .
.
Eu sei que nossa necessidade de controlar e de disciplinar tem uma boa intenção. Tá...mas para hoje se liberta dela. .
.
Sabe por que? Essa necessidade tem a ver com com a tua necessidade de ser reconhecido, validado, aceito, visto, exatamente como teus filhos, por que aí dentro de você possivelmente tem uma criança que buscava isso tudo e não conseguiu ...Então só por hoje... e depois quem sabe por amanhã também que tal se a gente mudar de perspectiva? Deixar de lado essa necessidade gritante de hierarquia?? .
.
Você tá se perguntando se eu tô sugerindo que o caos se estabeleça na sua casa....Não, é justamente o contrário. Quando a gente se conecta com nossos filhos, quando enxergamos a natureza deles sem tentar modificá-la, quando olhamos olho no olho e praticamos a presença nos despindo da necessidade de controle, quando falamos pra nossa criança interior que tá tudo bem e que podemos evoluir para um outro patamar.... é quando o caos se afasta e a harmonia chega. .
.
O que você acha da minha sugestão?
Me conta aqui... .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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O que acontece quando observamos nossos filhos sem julgamentos? E se fizermos isso olhos nos olhos tentando enxergar a essência deles? .
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E se fizermos tudo isso deixando nosso ego de lado? Deixando de lado a nossa necessidade de controle e disciplina? .
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Eu sei que nossa necessidade de controlar e de disciplinar tem uma boa intenção. Tá...mas para hoje se liberta dela. .
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Sabe por que? Essa necessidade tem a ver com com a tua necessidade de ser reconhecido, validado, aceito, visto, exatamente como teus filhos, por que aí dentro de você possivelmente tem uma criança que buscava isso tudo e não conseguiu ...Então só por hoje... e depois quem sabe por amanhã também que tal se a gente mudar de perspectiva? Deixar de lado essa necessidade gritante de hierarquia?? .
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Você tá se perguntando se eu tô sugerindo que o caos se estabeleça na sua casa....Não,  é justamente o contrário.  Quando a gente se conecta com nossos filhos, quando enxergamos a natureza deles sem tentar modificá-la,  quando olhamos olho no olho e praticamos a presença nos despindo da necessidade de controle, quando falamos pra nossa criança interior que tá tudo bem e que podemos evoluir para um outro patamar.... é quando o caos se afasta e a harmonia chega. .
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#parentalidadepositiva #parenting #parentalidade #acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #educaçãopositiva #educaçãoemocional #educaçãoemocional #desenvolvimentoinfantil #paisfelizesfilhosfelizes #criançafeliz #criaçãocomapego #disciplinapositiva #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #maternidade #autocontrole #parentalidadeconsciente
86 0 6 October, 2018

Infelizmente estamos boa parte da vida apressados. E por vezes, inconscientemente , estamos apressando também nossas crianças. Estamos sempre a espera de mais e mais conquistas vindo de nós e dos nossos filhos. Algumas pessoas até se orgulham de terem “mini-adultos” em casa. Sim, quando você exige e se orgulha que sua criança comporta-se tal e qual uma moça ou um rapaz, você está ajudando-a a pular etapas. Criança precisa se comportar como criança. E ser criança é explorar, pular, dançar, se frustrar, fazer birra, chorar, sonhar e aprender sobre regras tbm. .
.
Apressar uma criança para crescer é desrespeitoso. É tirar-lhe o direito de ter um desenvolvimento harmonioso. Gera ansiedade e contribui para o mal do século, o adoecimento emocional. Quando esperamos que nossas crianças não ajam como tal estamos exigindo habilidades e competência que elas ainda não tem, e ferindo o direito delas em ser criança. Esperar ou incentivar que as crianças sejam mini-adultos é retirá-las a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais para o seu futuro e bem-estar, é desrespeitar a individualidade e retirar o direito de sonhar. .
.
É obrigatório brincar, por que é brincando que a criança cresce. Brinque muito! Brinque em todos os lugares, brinque quase que o tempo todo. É obrigatório ter um adulto conectado a todas as crianças para que elas consigam ter suas necessidades atendidas. E é estritamente proibido transformar nossas crianças em adultos, afinal a fase adulta já é longa por demais.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #infância #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçaoemocional #psicologiainfantil #psicoeducaçãodepais #psicologiaparental #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #parenting #maternidade #paternidade

Infelizmente estamos boa parte da vida apressados. E por vezes, inconscientemente , estamos apressando também nossas crianças. Estamos sempre a espera de mais e mais conquistas vindo de nós e dos nossos filhos. Algumas pessoas até se orgulham de terem “mini-adultos” em casa. Sim, quando você exige e se orgulha que sua criança comporta-se tal e qual uma moça ou um rapaz, você está ajudando-a a pular etapas. Criança precisa se comportar como criança. E ser criança é explorar, pular, dançar, se frustrar, fazer birra, chorar, sonhar e aprender sobre regras tbm. .
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Apressar uma criança para crescer é desrespeitoso. É tirar-lhe o direito de ter um desenvolvimento harmonioso. Gera ansiedade e contribui para o mal do século, o adoecimento emocional. Quando esperamos que nossas crianças não ajam como tal estamos exigindo habilidades e competência que elas ainda não tem, e ferindo o direito delas em ser criança. Esperar ou incentivar que as crianças sejam mini-adultos é retirá-las a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais para o seu futuro e bem-estar, é desrespeitar a individualidade e retirar o direito de sonhar. .
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É obrigatório brincar, por que é brincando que a criança cresce. Brinque muito!  Brinque em todos os lugares, brinque quase que o tempo todo.  É obrigatório ter um adulto conectado a todas as crianças para que elas consigam ter suas necessidades atendidas. E é estritamente proibido transformar nossas crianças em adultos, afinal a fase adulta já é longa por demais.

Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #infância #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçaoemocional #psicologiainfantil #psicoeducaçãodepais #psicologiaparental #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #parenting #maternidade #paternidade
141 5 6 October, 2018

No fundo,nós pais, queremos oferecer o melhor para nossos filhos. Mas parece que no meio do caminho nos perdemos com as imensas variáveis que aparecem e que nos desestruturam. Um universo que parece não ser favorável para que os seres humanos se desenvolvam de maneira saudável. E um mundo que não é justo e por vezes pode maltratar.
.
.
É preciso resiliência pra enfrentar as adversidades, sobretudo pra quem enfrenta problemas que são determinantes para a saúde emocional. .
.
Termos a capacidade de conseguir construir novos caminhos em meio às adversidades parece ser crucial para viver. E em meio a um mundo que nos coloca diante de situações dificeis, descobrimos que ele também nos proporciona a condição de nos renovarmos. E intrinsecamente ao nosso desenvolvimento e existência , encontramos a capacidade de reconstruir, recomeçar e de se renovar. .
.
Quando mostramos aos nosso filhos que eles podem encontrar em nós, pais, confiança, amor, atenção, coragem, compreensão e tudo que pode proporcionar um desenvolvimento saudável...estamos ao mesmo tempo criando a possibilidade deles enxergarem o mundo com um olhar positivo e entenderem que felicidade não é sinônimo de ausência de problemas. .
.
Felicidade é ter a capacidade de enfrentamento e de traçar um novo caminho, sempre! .
.
💻Para atendimentos online envie email para acolhedoradepais@gmail.com
.
.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
#acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomrespeito #educaçãoparental #parentalidadepositiva #positiveparenting #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade #equilibrioemocional #equilibrioparental se

No fundo,nós pais, queremos oferecer o melhor para nossos filhos. Mas parece que no meio do caminho nos perdemos com as imensas variáveis que aparecem e que nos desestruturam. Um universo que parece não ser favorável para que os seres humanos se desenvolvam de maneira saudável. E um mundo que não é justo e por vezes pode maltratar.
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 É preciso resiliência pra enfrentar as adversidades, sobretudo pra quem enfrenta problemas  que são determinantes para a saúde emocional. .
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Termos a capacidade de conseguir construir novos caminhos em meio às adversidades parece ser crucial para viver. E em meio a um mundo que nos coloca diante de situações dificeis, descobrimos que ele também nos proporciona a condição de nos renovarmos. E intrinsecamente ao nosso desenvolvimento e existência , encontramos a capacidade de reconstruir, recomeçar e de se renovar. .
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Quando mostramos aos nosso filhos que eles podem encontrar em nós, pais, confiança, amor, atenção, coragem, compreensão e tudo que pode proporcionar um desenvolvimento saudável...estamos ao mesmo tempo criando a possibilidade deles enxergarem o mundo com um olhar positivo e entenderem que felicidade não é sinônimo de ausência de problemas. .
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Felicidade é ter a capacidade de enfrentamento e de traçar um novo caminho, sempre! .
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Ana Flora Medeiros 
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Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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184 1 6 October, 2018

Sensação de que você e seu filho estão em guerra o tempo todo? .
.
Para, respira, pega um papel e anota todas as razões que te fazem feliz em ser mãe ou pai e anota também todas as qualidades que seus filhos tem.Compartilha com eles e depois lembra-se disto. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes #parentalidadepositiva #disciplinapositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #familiasfelizes #educaçãopositiva #educarcomamor #educaçãofamiliar #educarcomresponsabilidade #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade #paternidade

Sensação de que você e seu filho estão em guerra o tempo todo? .
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Para, respira, pega um papel e anota todas as razões que te fazem feliz em ser mãe ou pai e anota também todas as qualidades que seus filhos tem.Compartilha com eles e  depois lembra-se disto. .
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Ana Flora Medeiros
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Especialista em Neuropsicologia
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216 2 3 October, 2018

🌟Tenho algumas vagas disponíveis para atendimento online ainda este mês de outubro! .
.
Envia e-mail para acolhedoradepais@gmail.com se você deseja mais informações. .
.
Minha formação é em Psicologia, atuo na área da Parentalidade e do Desenvolvimento Infantil. Minhas intervenções são baseadas na Psicologia enquanto ciência. Para saber mais sobre minha formação veja o "sobre mim" nos destaques. .
.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de Coimbra
www.acolhedoradepais.com
#parentalidadepositiva #orientaçãodepais #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #psicologiaparental #psicologiaonline

🌟Tenho algumas vagas disponíveis para atendimento online ainda este mês de outubro! .
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Envia e-mail para acolhedoradepais@gmail.com se você deseja mais informações. .
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Minha formação é em Psicologia, atuo na área da Parentalidade e do Desenvolvimento Infantil. Minhas intervenções são baseadas na Psicologia enquanto ciência. Para saber mais sobre minha formação veja o "sobre mim" nos destaques. .
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Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de Coimbra 
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46 0 3 October, 2018

No meio do caos emocional que algumas situações podem provocar nas crianças e nos adultos, a criança pode ganhar muita coisa, se esses momentoa forem conduzido de maneira adequada e compreendido também. .
.
Não adianta a gente afirmar que é uma "fase terrível" ou que é "apenas uma fase e vai passar”, se a gente não souber exatamente o que fazer para ajudar a criança a superá-la. .
.
Compreender o estágio de desenvolvimento da criança e aprender a lidar com ele da melhor maneira possível é fundamental.
.
.
🤯Vamos tentar olhar as coisas pela perspectiva de uma criança de 2 ou 3 anos? .
.
Ela finalmente tem mais independência, já anda com segurança (a essa altura ela não apenas anda, mas pula, corre e faz coisas que quando a gente conta as pessoas até duvidam hehe), já adquiriu uma fluência muito maior na linguagem oral (embora ainda vá desenvolvê-la muito mais), talvez esteja até mesmo passando pelo desfralde, algumas até não fazem mais sonecas. .
.
Então, por um lado, ela se sente “gente grande” e muito mais independe. Mas, por outro lado, ela pode se sentir também incapaz de muitas coisas, principalmente por que o mundo lembra a ela isso o tempo todo. Olhe ao redor e veja que quase tudo é feito para uso dos adultos e quase nada -muitas vezes nada- está adequado para uso da criança. .
.
Sem contar que ela assiste o tempo todo as pessoas adultas ou crianças mais velhas fazerem coisas que ela não consegue e que ela gostaria e também não está mais na posição de bebê. .
.
🤯O quão confuso isto pode ser?
.
.
O que acontece, na verdade, é que a criança por estas idades está enfrentando um grande dilema entre a autonomia e a total dependência (e esse dilema irá acontecer em outros momentos do desenvolvimento como na adolescência, por exemplo). Ela ainda é imatura para lidar com esses conflitos, por isso é que acontecem as explosões emocionais. .
.
Compreender isso te ajuda a não enxergar o comportamento do seu filho como uma afronta, um teste ou uma desobediência e te fazer entender que ele precisa mesmo é da sua ajuda, da sua empatia, e da sua orientação para que sua personalidade, sua autonomia e sua capacidade de gerir emoções e conflitos de desenvolva.

No meio do caos emocional que algumas situações podem provocar nas crianças e nos adultos, a criança pode ganhar muita coisa, se esses momentoa forem conduzido de maneira adequada e compreendido também. .
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Não adianta a gente afirmar que é uma "fase terrível" ou que  é "apenas uma fase e vai passar”, se a gente não souber exatamente o que fazer para ajudar a criança a superá-la. .
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 Compreender o estágio de desenvolvimento da criança e aprender a lidar com ele da melhor maneira possível é fundamental.
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🤯Vamos tentar olhar as coisas pela perspectiva de uma criança de 2 ou 3 anos? .
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Ela finalmente tem mais independência, já anda com segurança (a essa altura ela não apenas anda, mas pula, corre e faz coisas que quando a gente conta as pessoas até duvidam hehe), já adquiriu uma fluência muito maior na linguagem oral (embora ainda vá desenvolvê-la muito mais), talvez esteja até mesmo passando pelo desfralde, algumas até não fazem mais sonecas. .
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Então, por um lado, ela se sente “gente grande” e muito mais independe. Mas, por outro lado, ela pode se sentir também incapaz de muitas coisas, principalmente por que o mundo lembra a ela isso o tempo todo.  Olhe ao redor e veja que quase tudo é feito para uso dos adultos e quase nada -muitas vezes nada- está adequado para uso da criança. .
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Sem contar que ela assiste o tempo todo as pessoas adultas ou crianças mais velhas fazerem coisas que ela não consegue e que ela gostaria e também não está mais na posição de bebê. .
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🤯O quão confuso isto pode ser?
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O que acontece, na verdade, é que a criança por estas idades está enfrentando um grande dilema entre a autonomia e a total dependência (e esse dilema irá acontecer em outros momentos do desenvolvimento como na adolescência, por exemplo). Ela ainda é imatura para lidar com esses conflitos, por isso é que acontecem as explosões emocionais. .
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Compreender isso te ajuda a não enxergar o comportamento do seu filho como uma afronta, um teste ou uma desobediência e te fazer entender que ele precisa mesmo é da sua ajuda, da sua empatia, e da sua orientação para que sua personalidade, sua autonomia e sua capacidade de gerir emoções e conflitos de desenvolva.
286 24 3 October, 2018

Tenho pensado em como falar de Parentalidade Positiva sem o caráter da receita mágica para criar filhos felizes ou das ferramentas para resolver conflitos e ter crianças amorosas que cooperam. Até por que esse não é o propósito quando falo sobre uma forma positiva de educar e quando falo da importância de priorizarmos um desenvolvimento emocional saudável das crianças. E tenho percebido que precisamos ser cautelosos ao falarmos sobre formas de relacionamento entre pais e filhos e relações humanas de maneira geral. Sabe por que?
.
.
Primeiro por que é preciso respeitar a nossa humanidade, é preciso respeitar a história de cada pessoa que está aqui lendo sobre formas amorosas de educar as crianças e é preciso ter em conta o caminho que todos nós percorremos até aqui. Segundo, por que cada um de nós recebe a teoria de uma forma diferente. Isso mesmo. A forma que eu interpreto uma ideia é totalmente diferente da sua. E é por isso que as coisas não acontecem da mesma forma para todo mundo. É exatamente sobre esta questão que eu quero falar hoje. .
.
Ninguém consegue ser a materialização das teorias. Não existe a personificação da Disciplina ou da Parentalidade Positiva. Ninguém consegue seguir o passo a passo exatamente da forma como o livro coloca, por mais fiel que sejamos, vai ser sempre preciso encontrar a nossa maneira particular de agir, que pode se apresentar de diferentes formas igualmente respeitosas. E pra continuar nesse caminho vai ser preciso uma coisa ainda mais importante do que conhecer e aplicar a teoria. Vai ser preciso explorar a nossa capacidade de perdão, de perdoar a nós mesmos pelo erros que cometemos e que iremos cometer. .
.
Tentar ser muito mais do que a gente consegue pode ser frustrante. Fazer aquilo que nos é possível talvez seja o caminho que nos conforte, que nos redime e que faz inclusive, algumas vezes, ir além de onde imaginávamos conseguir. E é esse caminho que tenho tentado percorrer. O caminho possível pra mim, aquele que é coerente com a minha história e que condiz com a minha humanidade e a minha subjetividade.
.
.
E você tem tentado seguir que caminho? .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
#parentalidadepositiva

Tenho pensado em como falar de Parentalidade Positiva sem o caráter da receita mágica para criar filhos felizes ou das ferramentas para resolver conflitos e ter crianças amorosas que cooperam. Até por que esse não é o propósito quando falo sobre uma forma positiva de educar e quando falo da importância de priorizarmos um desenvolvimento emocional saudável das crianças. E tenho percebido que precisamos ser cautelosos ao falarmos sobre formas de relacionamento entre pais e filhos e relações humanas de maneira geral. Sabe por que?
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 Primeiro por que é preciso respeitar a nossa humanidade, é preciso respeitar a história de cada pessoa que está aqui lendo sobre formas amorosas de educar as crianças e é preciso ter em conta o caminho que todos nós percorremos até aqui.  Segundo, por que cada um de nós recebe a teoria de uma forma diferente. Isso mesmo. A forma que eu interpreto uma ideia é totalmente diferente da sua. E é por isso que as coisas não acontecem da mesma forma para todo mundo. É exatamente sobre esta questão que eu quero falar hoje. .
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Ninguém consegue ser a materialização das teorias.  Não existe a personificação da Disciplina ou da Parentalidade Positiva. Ninguém consegue seguir o passo a passo exatamente da forma como o livro coloca, por mais fiel que sejamos, vai ser sempre preciso encontrar a nossa maneira particular de agir, que pode se apresentar de diferentes formas igualmente respeitosas.  E pra continuar nesse caminho vai ser preciso uma coisa ainda mais importante do que conhecer e aplicar a teoria. Vai ser preciso explorar a nossa capacidade de perdão, de perdoar a nós mesmos pelo erros que cometemos e que iremos cometer. .
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Tentar ser muito mais do que a gente consegue pode ser frustrante. Fazer aquilo que nos é possível talvez seja o caminho que nos conforte, que nos redime e que faz inclusive, algumas vezes, ir além de onde imaginávamos conseguir. E é esse caminho que tenho tentado percorrer. O caminho possível pra mim, aquele que é coerente com a minha história e que condiz com a minha humanidade e a minha subjetividade.
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E você tem tentado seguir que caminho? .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
#parentalidadepositiva
88 1 1 October, 2018

As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
.
Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #porummundomelhor #psicologiaparental #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomresponsabilidade

As relações entre pais e filhos é muitas vezes movida pelo medo, pela ansiedade, pela pressa e pelo desespero. O medo de educar uma criança fraca, que não sabe enfrentar "o mundo real" é muitas vezes o que faz pais educarem crianças de forma agressiva e desrespeitosa,acreditando que punições, gritos, castigos, pressa para que as crianças cresçam, fortalecem um ser humano. E não! O mundo tá intolerante, tá faltando amor e respeito por que as pessoas estão adoecidas. E esse adoecimento é reflexo de gerações e gerações sendo educadas com violência ou negligência. .
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Temos muito a fazer, muito a mudar ....e nossa contribuição pode começar formando seres humanos que contribuam também com essa mudança e transformem esse mundo adoecido em um lugar melhor de se viver. .
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Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
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163 1 30 September, 2018

Já parou para pensar quantas características nós admiramos nos adultos e essas mesmas características condenamos nas crianças? .
.
Adultos questionadores, corajosos, independentes, que não tem medo de arriscar são adultos admirados por muitos. E não há como ter tudo isso de na infância estas mesmas pessoas forem repreendidas. Coragem, autonomia, a habilidade de questionar se ensina a partir da infância. Ensinamos quando proporcionamos ao nossos filhos terem algum poder de decisão (daquilo que lhes cabe), quando ouvimos os seus desejos e a sua voz, quando possibilitamos que eles sejam atores de suas próprias vidas e quando os encorajamos. E por favor, não confundam isso com falta de limites. Uma coisa em nada ter a ver com a outra.
.
.
✨Um domingo de paz!
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #encorajamento #criançafeliz #paisfelizesfilhosfelizes #equilibrioemocional #equilibrioparental #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #inteligênciaemocional #psicologiaparental

Já parou para pensar quantas características nós admiramos nos adultos e essas mesmas características condenamos nas crianças? .
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Adultos questionadores, corajosos, independentes, que não tem medo de arriscar são adultos admirados por muitos. E não há como ter tudo isso de na infância estas mesmas pessoas forem repreendidas. Coragem, autonomia, a habilidade de questionar se ensina a partir da infância. Ensinamos quando proporcionamos ao nossos filhos terem algum poder de decisão (daquilo que lhes cabe), quando ouvimos os seus desejos e a sua voz, quando possibilitamos que eles sejam atores de suas próprias vidas e quando os encorajamos. E por favor, não confundam isso com falta de limites. Uma coisa em nada ter a ver com a outra.
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✨Um domingo de paz! 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #encorajamento #criançafeliz #paisfelizesfilhosfelizes #equilibrioemocional #equilibrioparental #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #inteligênciaemocional #psicologiaparental
140 2 30 September, 2018

✨Lembre-se que o que as crianças sentem, pensam e são tem valor. Elas precisam de respeito como todos os outros seres humanos. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #maternidade #paternidade #parentalidadeconsciente #parenting

✨Lembre-se que o que as crianças sentem, pensam e são tem valor. Elas precisam de respeito como todos os outros seres humanos. .
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Ana Flora Medeiros 
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Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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106 0 27 September, 2018

É fato que existem diversas teorias sobre desenvolvimento que afirmam coisas diferentes, umas
que os seres humanos nascem com características definidas e que estás são imutáveis, outras que afirmam que o meio irá
constuir a forma de pensar destes novos seres humanos, algumas que algumas que defendem a combinação das duas e por aí vai. .
.
Mas, é
preciso reconhecer que há a crença, para muitas pessoas, de que crianças são como folhas em
branco ou que são como massas de modelar. Que vamos escrevendo ou moldando, manipulando
até conseguirmos aquilo que desejamos.
.
.
E não é bem assim! Crianças são seres completos ainda
em formação. Parece contraditório não é? Mas é isso mesmo. São seres completos por que
apresentam natureza, capacidade de pensar, imaginação, necessidades, desejos e sua própria
forma de compreender o mundo e de formular ideias e ainda em formação por que vão, ao longo
do seu desenvolvimento, aprimorando essa forma de enxergar o mundo. .
.
Compare a vida com a construção de uma casa . Écomo se as crianças
estivessem trabalhando na parte estrutural da casa e a medida que crescem essa casa também vai se
fortalecendo até que na vida adulta já estarão na parte de consolidação das paredes.
.
.
E como nós
adultos contribuímos pra construção dessa base? Nós oferecemos o material de construção e a
própria criança, a partir daquilo que já faz parte dela, da sua subjetividade, da sua natureza (
contando sempre com a nossa ajuda) define a forma que irá fazer uso desse material e construir
sua própria casa.
.
.
E por que eu to falando 
disso tudo? Por que é importante darmos voz as crianças, é importante as enxergamos como
sujeitos capazes e como protagonistas de suas vidas. Assim como é de fundamental importância
assumirmos a responsabilidade do tipo de material que fornecemos para que elas trabalhem nessa
construção. E pra isso é preciso atenção. Atenção a maneira como comunicamos, atenção a forma
como nos comportamos e como nos relacionamentos com elas e sobretudo atenção ao que as crianças nos comunicam. .
.
.
Continua nos comentários 👇👇

É fato que existem diversas teorias sobre desenvolvimento que afirmam coisas diferentes, umas
que os seres humanos nascem com características definidas e que estás são imutáveis, outras que afirmam que o meio irá
constuir a forma de pensar destes novos seres humanos, algumas que algumas que defendem a combinação das duas e por aí vai. .
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Mas, é
preciso reconhecer que há a crença, para muitas pessoas, de que crianças são como folhas em
branco ou que são como massas de modelar. Que vamos escrevendo ou moldando, manipulando
até conseguirmos aquilo que desejamos.
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E não é bem assim! Crianças são seres completos ainda
em formação. Parece contraditório não é? Mas é isso mesmo. São seres completos por que
apresentam natureza, capacidade de pensar, imaginação, necessidades, desejos e sua própria
forma de compreender o mundo e de formular ideias e ainda em formação por que vão, ao longo
do seu desenvolvimento, aprimorando essa forma de enxergar o mundo. .
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Compare a vida com a construção de uma casa . Écomo se as crianças
estivessem trabalhando na parte estrutural da casa e a medida que crescem essa casa também vai se
fortalecendo até que na vida adulta já estarão na parte de consolidação das paredes.
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E como nós
adultos contribuímos pra construção dessa base? Nós oferecemos o material de construção e a
própria criança, a partir daquilo que já faz parte dela, da sua subjetividade, da sua natureza (
contando sempre com a nossa ajuda) define a forma que irá fazer uso desse material e construir
sua própria casa.
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E por que eu to falando 
disso tudo? Por que é importante darmos voz as crianças, é importante as enxergamos como
sujeitos capazes e como protagonistas de suas vidas. Assim como é de fundamental importância
assumirmos a responsabilidade do tipo de material que fornecemos para que elas trabalhem nessa
construção. E pra isso é preciso atenção. Atenção a maneira como comunicamos, atenção a forma
como nos comportamos e como nos relacionamentos com elas e sobretudo atenção ao que as crianças nos comunicam. .
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92 1 27 September, 2018

A forma como reagimos, grande parte das vezes, diante de eventos que nos desagradam seja na relação com os filhos ou nas relações de maneira geral é totalmente influenciada pelo nosso sistema de crenças, pela nossa bagagem e pelas nossas expectativas que quando não atendidas dispara uma espécie de sistema de alerta ou de alarme e nos faz agir de maneira impulsiva e automática. O que fazer pra exercer o controle sobre isso? Assite ao vídeo completo no IGVT e eu te conto. .
Vai lá conferir!
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #autorregulação #equilibrioparental #equilibrioemocional #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #inteligênciaemocional

A forma como reagimos, grande parte das vezes, diante de eventos que nos desagradam seja na relação com os filhos ou nas relações de maneira geral é totalmente influenciada pelo nosso sistema de crenças, pela nossa bagagem e pelas nossas expectativas que quando não atendidas dispara uma espécie de sistema de alerta ou de alarme e nos faz agir de maneira impulsiva e automática. O que fazer pra exercer o controle sobre isso? Assite ao vídeo completo no IGVT  e eu te conto. .
Vai lá conferir! 
Ana Flora Medeiros
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#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #autorregulação #equilibrioparental #equilibrioemocional #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #inteligênciaemocional
7 0 27 September, 2018

A forma como reagimos, grande parte das vezes, diante de eventos que nos desagradam seja na relação com os filhos ou nas relações de maneira geral é totalmente influenciada pelo nosso sistema de crenças, pela nossa bagagem e pelas nossas expectativas que quando não atendidas dispara uma espécie de sistema de alerta ou de alarme e nos faz agir de maneira impulsiva e automática. O que fazer pra exercer o controle sobre isso? Assite ao vídeo completo no IGVT e eu te conto. .
Vai lá conferir!
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #autorregulação #equilibrioparental #equilibrioemocional #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #inteligênciaemocional

A forma como reagimos, grande parte das vezes, diante de eventos que nos desagradam seja na relação com os filhos ou nas relações de maneira geral é totalmente influenciada pelo nosso sistema de crenças, pela nossa bagagem e pelas nossas expectativas que quando não atendidas dispara uma espécie de sistema de alerta ou de alarme e nos faz agir de maneira impulsiva e automática. O que fazer pra exercer o controle sobre isso? Assite ao vídeo completo no IGVT  e eu te conto. .
Vai lá conferir! 
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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38 0 27 September, 2018

🌟TEMOS NOVIDADE AGORA EM OUTUBRO! .
.
As pessoas que agendarem atendimento comigo agora em outubro (inclusive as que já estão agendadas) terão acesso a esse E-book! .
.
O livro aborda a temática da frustração em adultos e crianças, como e por que elas acontecem e qual a melhor forma de encararmos isso. .
.
🌟Flora, por que só pessoas que terão atendimento? Por que é uma forma de trabalharmos a temática juntos com a MINHA ORIENTAÇÃO.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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#parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #birras #frustração #castigos #autocontrole #autorregulação #psicologiaparental #psicologiaonline #educaçãoemocional #educacaoinfantil #inteligênciaemocional #maternidade #parentalidadeconsciente #parenting #parentalidade

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.
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.
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.
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Ana Flora Medeiros
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79 0 27 September, 2018

Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
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#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #desenvolvimentoinfantil #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #acolhimentofamiliar #psicologiainfantil #psicologiaparental #birras #castigo #parenting #motherhood #inteligênciaemocional #equilibrioemocional #equilibrioparental

Precisamos falar sobre o que realmente acontece por trás de determinados comportamentos e acabar com as crenças de que crianças testam sua sanidade mental propositalmente, ou fazem algo pra te provocar ou ainda são seres que vieram a esse mundo pra tirar totalmente sua paciência. Não se trata disso! Crianças choram sim, fazem coisas que podem parecer desafiadoras pra gente e nos fazem duvidar da nossa capacidade de educá-las. Mas definitivamente nada disso é proposital ou é um indicativo de que a criança é ruim, desobediente, de que tá tudo perdido. Muito menos é nossa função controlar e inibir, através de poder, determinados comportamentos. Nossa função, enquanto pais e educadores, é a de guiar, ser margem, ajudá-las a desenvolverem as estratégias adequadas , falar sobre o que não é coerente pra elas, pra nós e para os outros. Portanto , paremos com os rótulos e com as profecias sobre o futuro de crianças que ainda não conseguem agir da maneira que você espera. .
.
Ana Flora Medeiros
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209 7 26 September, 2018

#Repost @sensitivityproject (@get_repost)
・・・ Se você começou o dia com algum sentimento de ansiedade, estresse, medo ou sem ânimo vamos fazer esse exercício de respiração?? .
.
Quando você entra em estado de tranquilidade e relaxamento, sua respiração naturalmente cai em frequência, assim como o batimento cardíaco e a pressão arterial. Dessa forma, a respiração tem o poder de modificar o humor e estado emocional.

É por essa razão que, no momento de estresse, ameaça, ansiedade e até de tristeza, ter o controle de parar e respirar de forma consciente, inspirando e expirando lentamente, induz o sistema corporal a seguir o mesmo ritmo, preservando o desgaste metabólico proveniente das sensações de medo.
.
.
Faz e me conta aqui como você se sentiu! .
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade e Educação Positivas
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva
#educaçãopositiva
#disciplinapositiva
#desenvolvimentoinfantil
#emoções
#inteligênciaemocional
#mindfulness
#atençãoplena
#acolhedoradepais
#psicologiaparental

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・・・ Se você começou o dia com algum sentimento de ansiedade, estresse, medo ou sem ânimo vamos fazer esse exercício de respiração?? .
.
Quando você entra em estado de tranquilidade e relaxamento, sua respiração naturalmente cai em frequência, assim como o batimento cardíaco e a pressão arterial. Dessa forma, a respiração tem o poder de modificar o humor e estado emocional.

É por essa razão que, no momento de estresse, ameaça, ansiedade e até de tristeza,  ter o controle de parar e respirar de forma consciente, inspirando e expirando lentamente, induz o sistema corporal a seguir o mesmo ritmo, preservando o desgaste metabólico proveniente das sensações de medo.
.
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26 3 22 September, 2018

Precisamos acabar com o estigma de que cometer erros nos faz más pessoas. Afinal de contas as más escolhas são, por vezes, muitos tentadoras e ninguém é perfeito, correto? Mas podemos sempre escolher fazer melhor. .

Ao invés de recriminar uma má escolha, pergunte a criança como ela se sentiu ao fazê-la. Mas o faça SEM JULGAMENTOS.
. Quando respeitamos os sentimentos e opiniões de nossos filhos, eles aprendem a confiar em seus instintos e a defender-se.
.

Quando resistimos à punição, com a intenção de aliviar momentaneamente a situação e somos capazes de orientar, as crianças aprendem a fazer melhor quando erram. .

Quando aceitamos suas emoções e quando somos capazes de nos autorregular, as crianças aprendem que as emoções e, portanto, o comportamento, podem ser gerenciados com responsabilidade.
.

Escrevi um artigo sobre isso no meu Blog e quem assina a Newsletter vai receber ele na íntegra as 9:00 da noite. Quer receber? Clica no link da bio na aba "Newsletter" e espera 😉. Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
#acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #psicologiaparental #educaçãodepais #disciplinapositiva

Precisamos acabar com o estigma de que cometer erros nos faz más pessoas. Afinal de contas as más escolhas são, por vezes, muitos tentadoras e ninguém é perfeito, correto? Mas podemos sempre escolher fazer melhor. .

Ao invés de recriminar uma má escolha, pergunte a criança como ela se sentiu ao fazê-la. Mas o faça SEM JULGAMENTOS.
.  Quando respeitamos os sentimentos e opiniões de nossos filhos, eles aprendem a confiar em seus instintos e a defender-se.
.

Quando resistimos à punição, com a intenção de aliviar momentaneamente a situação e somos capazes de orientar, as crianças aprendem a fazer melhor quando erram. .

Quando aceitamos suas emoções e quando somos capazes de nos autorregular, as crianças aprendem que as emoções e, portanto, o comportamento, podem ser gerenciados com responsabilidade.
.

Escrevi um artigo sobre isso no meu Blog e quem assina a Newsletter vai  receber ele na íntegra as 9:00 da noite. Quer receber? Clica no link da bio na aba "Newsletter" e espera 😉. Ana Flora Medeiros
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72 0 20 September, 2018

Ouvi essa frase de diversas formas e vindo de várias pessoas. Clientes, familiares , amigos. E vou te contar que acho parte dela verdadeira. Nossa Flora, sério? Sim...sério. As crianças precisam de nossos abraços e de beijos, claro! Mas abraços e beijos por si só não ensinam as crianças a fazer a coisa certa, nem a tomar decisões, muito menos a se autorregularem ou sobre questões morais. Assim como a violência, óbvio, também não. .

Como então ensinamos tudo isso as nossas crianças? Ensinamos a partir da nossa postura, do nosso exemplo, sendo modelo. Quando nos responsabilizamos pelos nossos atos, quando pedimos desculpas, quando regulamos nossas próprias emoções, quando tratamos os outros, incluindo nossos filhos, com respeito, cuidado e com afeto, quando priorizamos fazer a coisa certa mesmo quando ela tem um custo alto. Somente a partir daí nossos filhos aprendem sobre assumir responsabilidades, desculpar-se, regular suas próprias emoções, tratar os outros com respeito, fazer a coisa certa mesmo quando isso lhes custa. E isso pode sim ser acompanhado de muitos abraços e beijinhos. .

Mas e quando as crianças e os adolescentes, mesmo quando somos modelos, fazem escolhas erradas? .

Bom, eu escrevi um artigo sobre isso do Blog, e quem assina a Newsletter recebe gratuitamente no e-mail. Quer receber também? Clica no link da bio, na aba “Newsletter”, espera a janelinha de colocar o e-mail aparecer e aguarda o final do dia pra ler esse artigo na íntegra.

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Ouvi essa frase de diversas formas e vindo de várias pessoas. Clientes, familiares , amigos. E vou te contar que acho parte dela verdadeira. Nossa Flora, sério? Sim...sério.  As crianças precisam de nossos abraços e de beijos, claro!  Mas abraços e beijos por si só não ensinam as crianças a fazer a coisa certa, nem a tomar decisões, muito menos a se autorregularem ou sobre questões morais. Assim como a violência, óbvio, também não. .

Como então ensinamos tudo isso as nossas crianças? Ensinamos a partir da nossa postura, do nosso exemplo, sendo modelo. Quando nos responsabilizamos pelos nossos atos, quando pedimos desculpas, quando regulamos nossas próprias emoções, quando tratamos os outros, incluindo nossos filhos, com respeito, cuidado e com afeto, quando priorizamos fazer a coisa certa mesmo quando ela tem um custo alto. Somente a partir daí nossos filhos aprendem sobre assumir responsabilidades, desculpar-se, regular suas próprias emoções, tratar os outros com respeito, fazer a coisa certa mesmo quando isso lhes custa. E isso pode sim ser acompanhado de muitos abraços e beijinhos. .

Mas e quando as crianças e os adolescentes, mesmo quando somos modelos, fazem escolhas erradas? .

Bom, eu escrevi um artigo sobre isso do Blog, e quem assina a Newsletter recebe gratuitamente no e-mail. Quer receber também? Clica no link da bio, na aba “Newsletter”, espera a janelinha de  colocar o e-mail aparecer e aguarda o final do dia pra ler esse artigo na íntegra.

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57 0 20 September, 2018

É bem verdade que a gente precisa de coragem pra muita coisa nessa vida. É através do encorajamento que ensinamos a criança que em muitas situações, mesmo com medo podemos ser corajosos. Ensinar as crianças sobre coragem é ensinar a defender aquilo que acredita e a dizer o que sente. É ensinar que os erros não devem nos impedir de tentar novamente. É enfrentar o desconhecido, ainda que esse cause ansiedade. .

Na imagem algumas formas de encorajar a criança indiretamente através da relação que é estabelecida entre pais e filhos.
Me conta...tem gente corajosa e encorajadora por aí?
. .

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#encorajamento #acolhedoradepais
#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #maternidade #paternidade
#parenting #positiveparenting
#motherhood #educarcomamor #educarcomrespeito #educaçãoparental #psicologiaparental #psicologiaonline #vidademãe #vidadepai #educacaoinfantil

É bem verdade que a gente precisa de coragem pra muita coisa nessa vida. É através do encorajamento que ensinamos a criança que em muitas situações, mesmo com medo podemos ser corajosos. Ensinar as crianças sobre coragem é ensinar a defender aquilo que acredita e a dizer o que sente. É ensinar que os erros não devem nos impedir de tentar novamente. É enfrentar o desconhecido, ainda que esse cause ansiedade. .

Na imagem algumas formas de encorajar a criança indiretamente através da relação que é estabelecida entre pais e filhos. 
Me conta...tem gente corajosa e encorajadora por aí?
. .

Ana Flora Medeiros 
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102 4 19 September, 2018

#Repost @acolhedora.de.pais with @get_repost
・・・
Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
. Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade

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・・・
Eu sei que existe uma grande quantidade de pessoas que acreditam mesmo que punir as crianças diante de um comportamento inadequado funciona. E eu não tenho dúvidas de que funciona. Funciona se pensarmos que a gente quer cessar aquele comportamento momentaneamente e imediatamente. .

Se a criança for punida diante de um mau comportamento possivelmente comportamento será interrompido. Mas quando falamos de educação, de relação entre pais e filhos, educadores e crianças e de aprendizagem de comportamentos adequados e saudáveis precisamos pensar a longo prazo e sair do imediatismo. .

Punir a criança interrompe momentaneamente comportamentos inadequados e traz uma sensação de dever cumprido também momentânea para os pais. Mas e depois? Quando esses comportamentos se tornam reincidentes?
.  Punições trazem sentimento de rejeição, despertam desejo de vingança, de rebeldia, possivelmente de dissimulação quando a criança planeja fazer a mesma coisa só que dessa vez escondido e uma possível redução de auto estima acreditando que é mesmo uma pessoa ruim por ter “merecido” tal castigo ou tal punição. .

Mas fique atento, punir não é a solução e ser permissivo muito menos. Depois de saber disso tudo, te convido a .

Quero te convidar para aprender sobre o equilíbrio e encontrar o caminho entre essas duas formas que pouco contribuem para uma formação saudável das nossas crianças. .
Podemos trabalhar juntos através do meu programa de Psicoeducação de Pais. ENVIA DIRECT QUE EU TE DIGO AS INFORMAÇÕES.

Ana Flora Medeiros 
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#parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil #disciplinapositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoemocional #parentalidadeconsciente #parenting #maternidade
17 0 19 September, 2018

Vamos falar sobre os sentimos que surgem na criança quando elas são punidas, castigadas ou quando somos rígidos e autoritários??? .

Para assistir ao vídeo todo corre no IGVT!!! É esclarecedor e pode te ajudar. .

Ana Flora Medeiros
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#parentalidadepositiva #parentingthood #parentalidade #parentalidadeconsciente #parenting #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #castigos #palmada #desenvolvimentoinfantil #terribletwo #equilibrioparental #equilibrioemocional #psicologiapositiva #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #disciplinapositiva

Vamos falar sobre os sentimos que surgem na criança quando elas são punidas, castigadas ou quando somos rígidos e autoritários??? .

Para assistir ao vídeo todo corre no IGVT!!! É esclarecedor e pode te ajudar. .

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33 3 19 September, 2018

Estamos vivendo em uma época onde nossas crianças estão literalmente sendo treinadas para se compararem aos outros.
.

São tempos em que as crianças aos 3 anos já precisam de uma hiper-performance nas escolas, ou o adolescente precisa mesmo ter um desempenho muito bom nas redes sociais para ser aceito pelos pares...e o que tem acontecido é que o sentimento de “não ser o suficientemente bom” cresce assustadoramente. .
É nosso trabalho, enquanto pais, educadores e modelos mostrar que há outro jeito de existir, viver e ser. .

Um jeito que celebra, valoriza e engrandece quem somos, exatamente COMO somos.
E que nos recusamos a sermos definidos por um padrão individual de desempenho ou de beleza;
.

Viva quem reconhece o progresso e não a perfeição. .
É com essas pequenas e valiosissímas demonstrações que nós vamos mostrando um caminho alternativo para toda uma geração .
Ainda tenho duas vagas de atendimento online para 27 e 28 de setembro. Vem comigo rever os padrões de educação que você tem praticado? Envia DIRECT e eu te passo as informações. . 👇Marque uma pessoa que precisa ler essa mensagem ♥️ Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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#paisfelizesfilhosfelizes #parentalidadepositiva #parenting #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #inteligênciaemocional #porummundomelhor #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educarcomamor #psicologiapositiva #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais

Estamos vivendo em uma época onde nossas crianças  estão literalmente sendo treinadas para se compararem aos outros.
.

São tempos em que as crianças aos 3 anos já precisam de uma hiper-performance nas escolas, ou o adolescente precisa mesmo ter um desempenho muito bom nas redes sociais para ser aceito pelos pares...e o que tem acontecido é que  o sentimento de “não ser o suficientemente bom” cresce assustadoramente. .
É nosso trabalho, enquanto pais, educadores e modelos mostrar que há outro jeito de existir, viver e ser. .

Um jeito  que celebra, valoriza e engrandece quem somos, exatamente COMO somos. 
E que nos recusamos a sermos definidos  por um padrão individual de desempenho ou de beleza;
.

Viva quem reconhece o progresso e não a perfeição. .
É com essas pequenas e valiosissímas  demonstrações que nós vamos mostrando um caminho alternativo para toda uma geração .
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92 0 18 September, 2018

☀️Bom dia! .
👉Arrasta para o lado pra ler tudo. .
Vamos de orientações práticas sobre o enfrentamento de uma situação difícil com a criança? Essas dicas não são como mágica. É preciso conhecer bem seu filho e para além disso se conhecer pra que só assim vocês encontrem a melhor maneora de entrarem em conexão nos momentos em que a comunicação tá difícil ou que a criança não está cooperando. Mas, servem sim como um bom ponto de partida para avaliar a maneira como tem agido.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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☀️Bom dia! .
👉Arrasta para o lado pra ler tudo. .
Vamos de orientações práticas sobre o enfrentamento de uma situação difícil com a criança? Essas dicas não são como mágica. É preciso conhecer bem seu filho e para além disso se conhecer pra que só assim vocês encontrem a melhor maneora de entrarem em conexão nos momentos em que a comunicação tá difícil ou que a criança não está cooperando. Mas, servem sim como um bom ponto de partida para avaliar a maneira como tem agido. 
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134 6 18 September, 2018

Normalmente nós não aceitamos *Crianças que batem em outras criancas
*Crianças que batem em adultos *Adultos que batem em adultos .

Porém
*Adulto que bate em criança tudo bem, é só uma forma de disciplina...🤔🤔
.
Será mesmo que tá tudo bem?
Não, não tá tudo bem! Precisamos falar mais e mais sobre isso.
Ana Flora Medeiros
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Normalmente nós não aceitamos *Crianças que batem em outras criancas
*Crianças que batem em adultos *Adultos que batem em adultos .

Porém
*Adulto que bate em criança tudo bem, é só uma forma de disciplina...🤔🤔
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102 2 17 September, 2018

Muito tem se falado, no contexto atual do Brasil, sobre a intolerância e tem sido muito triste assistir a tudo isso...a todos os discursos de ódio, de intolerância e de violência. .
Podemos aproveitar o atual contexto pra refletir o que queremos exatamente ensinar as nossas crianças. Queremos ensiná-las sobre intolerância? Sobre ódio? Sobre violência? Sobre o que cala o outro? Ou queremos construir um mundo onde as pessoas consigam ouvir o que as outras tem a dizer, o que sentem e o que desejam? Queremos ensinar sobre empatia e sobre alteridade??? A gente não vai ensinar coisas boas fazendo coisas ruins -regra básica da vida. E a tal da palmada, do grito, do castigo, da ameaça e da humilhação é ruim. E nem precisa ser cientista pra saber disso. É só você analisar os sentimentos que são gerados quando tudo isso acontece. .
Então você acha realmente que todas essas pessoas intolerantes que estão vomitando discursos de ódio por aí aprenderam sobre violência como mesmo? .
O mundo precisa mudar! E não adianta postar textão nas redes sociais sobre tolerância no contexto brasileiro atual se você não começar a trabalhar a tolerância com você, com seus filhos, com o companheiro, com os colegas de trabalho. Precisamos ser modelos. Só ensinaremos sobre gentileza , empatia , tolerância, cuidado e amor se assim fizermos primeiramente dentro das nossas casas. .
Por um mundo melhor, onde a tolerância e o amor prevaleçam.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educaçãodepais #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #desenvolvimentoinfantil

Muito tem se falado, no contexto atual do Brasil, sobre a intolerância e tem sido muito triste assistir a tudo isso...a todos os discursos de ódio, de intolerância e de violência. .
Podemos aproveitar o atual contexto pra refletir o que queremos exatamente ensinar as nossas crianças. Queremos ensiná-las sobre intolerância? Sobre ódio? Sobre violência? Sobre o que cala o outro? Ou queremos construir um mundo onde as pessoas consigam ouvir o que as outras tem a dizer, o que sentem e o que desejam? Queremos ensinar sobre empatia e sobre alteridade??? A gente não vai ensinar coisas boas fazendo coisas ruins -regra básica da vida. E a tal da palmada, do grito, do castigo, da ameaça e da humilhação é ruim. E nem precisa ser cientista pra saber disso. É só você analisar os sentimentos que são gerados quando tudo isso acontece. .
Então você acha realmente que todas essas pessoas intolerantes que estão vomitando discursos de ódio por aí aprenderam sobre violência como mesmo? .
O mundo precisa mudar! E não adianta postar textão nas redes sociais sobre tolerância no contexto brasileiro atual se você não começar a trabalhar a tolerância com você, com seus filhos, com o companheiro, com os colegas de trabalho. Precisamos ser modelos. Só ensinaremos sobre gentileza , empatia , tolerância, cuidado e amor se assim fizermos primeiramente dentro das nossas casas. .
Por um mundo melhor, onde a tolerância e o amor prevaleçam. 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomresponsabilidade #educaçãodepais #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #desenvolvimentoinfantil
71 3 17 September, 2018

Esses dias vi uma mãe falar em um grupo sobre maternidade no Facebook que os profissionais faziam muito "mimimi" em relação ao uso de telas....que na casa dela funcionava muito bem pra bebê que estava na introdução alimentar. A filha drla comida TUDO quando o tablet ficava na frente na criança no momento da refeição e era um sossego. Questionei a essa mãe se o que ela queria era uma criança que havia aprendido sobre alimentação, texturas, saciedade...se ela queria um momento de interação com a bebê pra que assim elas pudessem fortalecer o vínculo, ou ela queria uma criança que comia tudo, hiptonizada, sem ter aprendido nada dessas questões fundamentais pro desenvolvimento da criança. .

Minha intenção era mesmo falar sem julgamentos, por que eu mesma já fiz uso de telas em diversas circunstâncias em que estava cansada, e muitas vezes sem rede de apoio, era a única forma que encontrava de respirar. Mas nunca foi a regra!!!! O problema não é uso esporádico, o problema é não reconhecermos que, muitas vezes, o uso das telas é uma necessidade NOSSA, e não das crianças. É, em grande parte, uma forma de desviarmos dos conflitos, de momentos em que a criança precisa do nosso apoio, orientação e companhia (como na hora de comer por exemplo). Não sou adepta de propor que voltemos no tempo e que devemos ignorar a presença da tecnologia nas nossas vidas. Inclusive por que é através dela que exerço um papel social importantíssimo, a profissão! Mas não devemos negligenciar os prejuízos de um uso indevido. Fiquemos atentos!
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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#paisfelizesfilhosfelizes #parentalidadepositiva #acolhedoradepais #acolhimentofamiliar #desenvolvimentoinfantil #usodetelas #educaçãopositiva #educarcomresponsabilidade #edu #educaçãoinfantil #educaçãodepais #psicologiapositiva #psicologiaonline #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais

Esses dias vi uma mãe falar em um grupo sobre maternidade no Facebook que os profissionais faziam muito "mimimi" em relação ao uso de telas....que na casa dela funcionava muito bem pra bebê que estava na introdução alimentar. A filha drla comida TUDO quando o tablet ficava na frente na criança no momento da refeição e era um sossego. Questionei a essa mãe se o que ela queria era uma criança que havia aprendido sobre alimentação, texturas, saciedade...se ela queria um momento de interação com a bebê pra que assim elas pudessem fortalecer o vínculo, ou ela queria uma criança que comia tudo, hiptonizada, sem ter aprendido nada dessas questões fundamentais pro desenvolvimento da criança. .

Minha intenção era mesmo falar sem julgamentos, por que eu mesma já fiz uso de telas em diversas circunstâncias em que estava cansada, e muitas vezes sem rede de apoio, era a única forma que encontrava de respirar. Mas nunca foi a regra!!!! O problema não é uso esporádico, o problema é não reconhecermos que, muitas vezes, o uso das telas é uma necessidade NOSSA, e não das crianças. É, em grande parte, uma forma de desviarmos dos conflitos, de momentos em que a criança precisa do nosso apoio,  orientação e companhia (como na hora de comer por exemplo). Não sou adepta de propor que voltemos no tempo e que devemos ignorar a presença da tecnologia nas nossas vidas. Inclusive por que é através dela que exerço um papel social importantíssimo, a profissão!  Mas não devemos negligenciar os prejuízos de um uso indevido. Fiquemos atentos! 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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73 3 14 September, 2018

✨Que façamos a escolha do respeito, da empatia e da compaixão...sempre! O que fortalece não é o que diminui, pune, afasta ou gera sentimentos ruins. Por um mundo melhor, com pessoas mais felizes.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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#parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #paisfelizesfilhosfelizes #parenting #motherhood #maternidade #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicologiaonline #educaçãoemocional #criançasfelizes

✨Que façamos a escolha do respeito, da empatia e da compaixão...sempre! O que fortalece não é o que diminui, pune, afasta ou gera sentimentos ruins. Por um mundo melhor, com pessoas mais felizes. 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento 
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#parentalidadepositiva #educaçãonaoviolenta #educaçãopositiva #desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #paisfelizesfilhosfelizes #parenting #motherhood #maternidade #psicologiainfantil #psicologiaparental #psicologiaonline #educaçãoemocional #criançasfelizes
88 2 13 September, 2018

Tornar-se pai e mãe é uma oportunidade de revisitar a própria infância. Quem tem irmãos provavelmente já se questionou se o outro era mesmo o filho preferido. . Quando exercemos a parentalidade parece que estamos a todo tempo planejando fazer o que fizeram conosco e foi positivo e tentando colocar de lado aquilo que não foi positivo e planejando fazer diferente, embora muitas vezes o automatismo dos comportamentos seja mais forte que nossas intenções. .

O fato é que os comportamentos automáticos precisam da nossa atenção diariamente, a tendência para repetirmos padrões, sobre a forma como fomos educados na educação, agora, dos nossos filhos é muito forte. Mas nada que uma boa tomada de consciência sobre nossas ações junto a nossos filhos não torne possível agirmos em consonância com aquilo que planejamos. .

Estamos falando dos desafio em criar um filho, mas e quando são dois, três ou quatro? Sim, os desafios crescem exponencialmente a quantidade de filhos. E as formas de amar também se diversificam. E eu não estou falando do trabalho físico do dia a dia, estou falando do trabalho emocional de aceitar as diferenças e multiplicar o amor. Nos meus atendimentos as gestantes que esperam o segundo filho a dúvida mais frequente é “vou ser capaz de amar os dois filhos da mesma forma?” Bom, eu arrisco em dizer que não. O amor pode sim acontecer na mesma intensidade mas eu não acredito em um padrão de amor igual para todos os filhos. .

Acredito mesmo que ama-se os filhos, cada um a sua maneira. E isso não significa dizer que ama-se mais um que o outro ou que se prefere um ao outro. O amor pode se manifestar de várias formas e igualmente intenso. Sabe por que? Cada filho tem a sua personalidade, a sua maneira de se comportar, o seu temperamento...e essas diferenças despertam sentimentos também diferentes nos pais. Cada filho irá sintonizar de maneira diferente com os aspectos da personalidade dos pais e essa sintonia fará despertar questões e comportamentos diferentes em cada um. Alguns sintonizam com questões mais delicadas, outras mais complicadas, outros mais leves e até as mais sombrias. .

Continua nos comentários 👇

Tornar-se pai e mãe é uma oportunidade de revisitar a própria infância. Quem tem irmãos provavelmente já se questionou se o outro era mesmo o filho preferido. .  Quando exercemos a parentalidade parece que estamos a todo tempo planejando fazer o que fizeram conosco e foi positivo e tentando colocar de lado aquilo que não foi positivo e planejando fazer diferente, embora muitas vezes o automatismo dos comportamentos seja mais forte que nossas intenções. .

O fato é que os comportamentos automáticos precisam da nossa atenção diariamente, a tendência para repetirmos padrões, sobre a forma como fomos educados na educação, agora, dos nossos filhos é muito forte. Mas nada que uma boa tomada de consciência sobre nossas ações junto a nossos filhos não torne possível agirmos em consonância com aquilo que planejamos. .

Estamos falando dos desafio em criar um filho, mas e quando são dois, três ou quatro? Sim, os desafios crescem exponencialmente a quantidade de filhos. E as formas de amar também se diversificam. E eu não estou falando do trabalho físico do dia a dia, estou falando do trabalho emocional de aceitar as diferenças e multiplicar o amor. Nos meus atendimentos as gestantes que esperam o segundo filho a dúvida mais frequente é “vou ser capaz de amar os dois filhos da mesma forma?” Bom, eu arrisco em dizer que não. O amor pode sim acontecer na mesma intensidade mas eu não acredito em um padrão de amor igual para todos os filhos. .

Acredito mesmo que ama-se os filhos, cada um a sua maneira. E isso não significa dizer que ama-se mais um que o outro ou que se prefere um ao outro. O amor pode se manifestar de várias formas e igualmente intenso. Sabe por que? Cada filho tem a sua personalidade, a sua maneira de se comportar, o seu temperamento...e essas diferenças despertam sentimentos também diferentes nos pais. Cada filho irá sintonizar de maneira diferente com os aspectos da personalidade dos pais e essa sintonia fará despertar questões e comportamentos diferentes em cada um. Alguns sintonizam com questões mais delicadas, outras mais complicadas, outros mais leves e até as mais sombrias. .

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137 8 13 September, 2018

Top #acolhedoradepais posts

#Repost @acolhedora.de.pais
• • •
A maneira como nos comunicamos pode causar ou evitar um conflito. Ja parou pra prestar atenção nisso?
Possivelmente quando você fala
❎Quantas vezes eu preciso chamar para você vir jantar? Você não tem jeito! Cansei! - Possivelmente seu filho vai responder na defensiva, procurar justificativas, agredir de volta porque se sentiu agredido ou te ignorar. ❎Pode jantar na hora que quiser, meu filho. Não chamarei mais. - Essa frase quando juntamos com um tom de desistência ou ate de até de afetividade como se estivéssemos respeitando a vontade da criança ou do adolescente vai fazer a criança provavelmente achar que quem dita as regras é ela. E não é esse caminho que queremos seguir. Correto? ✔️Eu fico aborrecida quando chamo e você não me responde. Quando eu te chamar por favor me responda. É importante. - Pode até parecer falta de espontaneidade, falarmos assim e soar estranho nas primeiras vezes. Mas, você não agrediu e a criança não precisa agredir de volta. Vai ser mais fácil de conseguir cooperação. Principalmente porque quando falamos como nos sentimos a criança ou o adolescente vai entender que o comportamento dele tem um impacto sobre nós e aprenderá a se posicionar dessa forma também. Além de que ficou claro qual é exatamente a tua necessidade. Que é a que a criança responda para que seja possível a negociação sobre a hora de jantar. .

E por ai? Como funciona a sua comunicação? Sabia que através disso podemos definir qual seu estilo parental? Quer melhorar? Fala comigo!
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #comunicaçãopositiva #assertividade #parentalidadepositiva #motherhood #positiveparenting #parenthood #childhood #pnl #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomrespeito #educaçãoparental #psicologiaparental

#Repost @acolhedora.de.pais
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A maneira como nos comunicamos pode causar ou evitar um conflito. Ja parou pra prestar atenção nisso? 
Possivelmente quando você fala
❎Quantas vezes eu preciso chamar para você vir jantar? Você não tem jeito! Cansei! - Possivelmente seu filho vai responder na defensiva, procurar justificativas, agredir de volta porque se sentiu agredido ou te ignorar. ❎Pode jantar na hora que quiser, meu filho. Não chamarei mais. - Essa frase quando juntamos com um tom de desistência ou ate de até de afetividade como se estivéssemos respeitando a vontade da criança ou do adolescente vai fazer a criança provavelmente achar que quem dita as regras é ela. E não é esse caminho que queremos seguir. Correto? ✔️Eu fico aborrecida quando chamo e você não me responde. Quando eu te chamar por favor me responda. É importante. - Pode até parecer falta de espontaneidade, falarmos assim e soar estranho nas primeiras vezes. Mas, você não agrediu e a criança não precisa agredir de volta. Vai ser mais fácil de conseguir cooperação. Principalmente porque quando falamos como nos sentimos a criança ou o adolescente vai entender que o comportamento dele tem um impacto sobre nós e aprenderá a se posicionar dessa forma também. Além de que ficou claro qual é exatamente a tua necessidade. Que é a que a criança responda para que seja possível a negociação sobre a hora de jantar. .

E por ai? Como funciona a sua comunicação? Sabia que através disso podemos definir qual seu estilo parental? Quer melhorar? Fala comigo! 
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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#acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #comunicaçãopositiva #assertividade #parentalidadepositiva #motherhood #positiveparenting #parenthood #childhood #pnl #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educarcomrespeito #educaçãoparental #psicologiaparental
12 1 29 May, 2018

Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
.
@acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
.

Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir segura em seu próprio ambiente.
.
A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar. E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
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Especialista em Neuropsicologia
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#desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #educaçãodepais #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #parenting #motherhood #maternidade #paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes

Bom dia 🤗 A sua casa é de verdade ou é para receber visitas?...será que tem um meio termo?! A família convive à vontade, e mantém a casa em ordem para uma convivência respeitosa e recebe os amigos com aconchego?
.
@acolhedora.de.pais Uma ótima dica para manter o ambiente pacífico em casa com as crianças é que o local seja apropriado para elas. O local onde a criança passa boa parte do tempo precisa ser livre para que elas o explorem. .
.

Já pensou passar o dia dizendo o que não pode à criança? Se isso tá acontecendo aí na sua casa talvez seja preciso rever o espaço que ela tem pra explorar e se pode ficar e se sentir  segura em seu próprio ambiente.
.
A exploração precisa ser livre de broncas e repressões a cada 2 minutos. Se a criança tiver liberdade de explorar a sua casa ela terá oportunidade de desenvolver confiança em um ambiente que é dela. .
Claro que haverá limites! Aliás eles precisam existir. Mas, eles não podem se sobrepor a liberdade da criança explorar.  E isso traz tranquilidade pra todo mundo, para os adultos, de sentirem que seus filhos estão seguros  e para as crianças aprendem sobre essa segurança. .
. 💻Atendimento Online - acolhedoradepais@gmail.com
💻Programa de Psicoeducação de Pais - acolhedoradepais@gmail.com .
.
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
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.
#desenvolvimentoinfantil #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #educaçãopositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #psicoeducaçãodepais #educaçãodepais #educaçãofamiliar #educarcomrespeito #parenting #motherhood #maternidade #paisfelizesfilhosfelizes #criançasfelizes
82 2 19 December, 2018

✨Sobre meu projeto "Acolhedora de Pais" - Exercendo a parentalidade com prazer e sem culpas.
Essa sou eu e minha família. Muito prazer!

Ao tornar-me mãe e experienciar os diversos sentimentos que a maternidade me trouxe, senti a necessidade em ter um espaço de acolhimento humano e profissional para conseguir compreender os processos que envolvem a chegada de um filho na rotina familiar e poder me ressignificar diante de uma nova realidade, por vezes, exaustiva e angustiante. Após vários questionamentos sobre quem eu era, a partir do momento em que me tornei mãe, e como eu pretendia exercer o meu papel parental de uma maneira que pudesse extrair satisfação e educar minha filha em um ambiente agradável e acolhedor, eu Ana Flora Medeiros, que já exercia o meu papel profissional de psicóloga resolvi ir afundo nas questões do desenvolvimento infantil e das relações familiares criando este espaço de reflexão. Aqui é possível encontrar auxílio, apoio, empatia e conhecimento científico a respeito de todas os âmbitos que envolvem a parentalidade.

O projeto tem como proposta oferecer tudo isso a partir de um relacionamento online de ACOLHIMENTO PERSONALIZADO , por programas de orientação e transmissão de conteúdos através das redes sociais (Instagram, Facebook, Youtube e Whatsapp) e emails de relacionamento com os interessados em sentirem-se acolhidos ao exercer seu papel parental.

Venha conhecer meu projeto e sentir-se acolhido nessa jornada!
Visite o site e descubra como ser pai e mãe sem sentimentos de culpa e angústia.
www.acolhedoradepais.com

Ana Flora Medeiros

Mãe e Idealizadora do Projeto “Acolhedora de pais”

Psicóloga Clínica

Especialista em Neuropsicologia

Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

#desenvolvimento #acolhimentofamiliar
#acolhedoradepais #inteligênciaemocional #saúdemental #saúdeemocional #maternidade #maternagem #paternidade #vidademãe #psicologiaonline

✨Sobre meu projeto "Acolhedora de Pais" - Exercendo a parentalidade com prazer e sem culpas. 
Essa sou eu e minha família. Muito prazer!

Ao tornar-me mãe e experienciar os diversos sentimentos que a maternidade me trouxe, senti a necessidade em ter um espaço de acolhimento humano e profissional para conseguir compreender os processos que envolvem a chegada de um filho na rotina familiar e poder me ressignificar diante de uma nova realidade, por vezes, exaustiva e angustiante. Após vários questionamentos sobre quem eu era, a partir do momento em que me tornei mãe, e como eu pretendia exercer o meu papel parental de uma maneira que pudesse extrair satisfação e educar minha filha em um ambiente agradável e acolhedor, eu Ana Flora Medeiros, que já exercia o meu papel profissional de psicóloga resolvi ir afundo nas questões do desenvolvimento infantil e das relações familiares criando este espaço de reflexão. Aqui é possível encontrar auxílio, apoio, empatia e conhecimento científico a respeito de todas os âmbitos que envolvem a parentalidade.

O projeto tem como proposta oferecer tudo isso a partir de um relacionamento online de ACOLHIMENTO PERSONALIZADO , por programas de orientação e transmissão de conteúdos através das redes sociais (Instagram, Facebook, Youtube e Whatsapp) e emails de relacionamento com os interessados em sentirem-se acolhidos ao exercer seu papel parental.

Venha conhecer meu projeto e sentir-se acolhido nessa jornada!
Visite o site e descubra como ser pai e mãe sem sentimentos de culpa e angústia.
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Ana Flora Medeiros

Mãe e Idealizadora do Projeto “Acolhedora de pais”

Psicóloga Clínica

Especialista em Neuropsicologia

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#desenvolvimento #acolhimentofamiliar
#acolhedoradepais #inteligênciaemocional #saúdemental #saúdeemocional #maternidade #maternagem #paternidade #vidademãe #psicologiaonline
109 1 14 March, 2018

Sentir culpa pelo que fizemos, ficarmos presos ao passado impede nossa capacidade de se
transformar, de melhorar e seguir em frente. A culpa faz nos sentirmos presos ao que
poderíamos ter feito diferente e abala nossa autoestima. Sentimo-nos culpados por ter feito A
sendo que deveríamos ter feito B, quando tem muita gente dizendo que fazer o A dá errado.
Muitas vezes, para suavizarmos as culpas precisamos ir à origem dela...e aí talvez seja necessário pedir
ajuda a um profissional e algumas pessoas só resolvem com um tempo significativo de
psicoterapia. O que podemos fazer no dia a dia para aliviar esse sentimento e conseguir seguir
em frente é nos observarmos, identificar quando nossa mente vai pro passado e trazer ela pro presente...porque só é possível mudar algo aqui e agora. E quando começamos a perceber isso
é que podemos fazer diferente no presente.
Há sempre possibilidade de fazermos diferente, só precisamos descobrir nosso antídoto contra
a culpa. O que deixamos de fazer, já passou, não vai mudar. Mas o futuro, aah o futuro...esse a
gente pode planejar.

Ana Flora Medeiros
Acolhedora de Pais
Educadora Parental
Psicóloga
Especialista em Neuropsicologia
Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãoparental #psicologiaparapais #desenvolvimentoinfantil

Sentir culpa pelo que fizemos, ficarmos presos ao passado impede nossa capacidade de se 
transformar, de melhorar e seguir em frente. A culpa faz nos sentirmos presos ao que 
poderíamos ter feito diferente e abala nossa autoestima. Sentimo-nos culpados por ter feito A 
sendo que deveríamos ter feito B, quando tem muita gente dizendo que fazer o A dá errado. 
Muitas vezes, para suavizarmos as culpas precisamos ir à origem dela...e aí talvez seja necessário pedir 
ajuda a um profissional e algumas pessoas só resolvem com um tempo significativo de 
psicoterapia. O que podemos fazer no dia a dia para aliviar esse sentimento e conseguir seguir 
em frente é nos observarmos, identificar quando nossa mente vai pro passado e trazer ela pro presente...porque só é possível mudar algo aqui e agora. E quando começamos a perceber isso 
é que podemos fazer diferente no presente. 
Há sempre possibilidade de fazermos diferente, só precisamos descobrir nosso antídoto contra 
a culpa. O que deixamos de fazer, já passou, não vai mudar. Mas o futuro, aah o futuro...esse a 
gente pode planejar.

Ana Flora Medeiros
Acolhedora de Pais 
Educadora Parental 
Psicóloga 
Especialista em Neuropsicologia
Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento 
www.acolhedoradepais.com 
#parentalidadepositiva #acolhedoradepais #educaçãoparental #psicologiaparapais #desenvolvimentoinfantil
38 3 10 May, 2018

Existem diversos motivos pelos quais não conseguimos mudar nosso comportamento perante nossos filhos e educá-los de uma maneira que nos faria sentir menos culpa. Mas existe uma, em específico, que precisamos dar atenção: a AUTOSSABOTAGEM. POR QUE RAZÕES VOCÊ NÃO CONSEGUE REAGIR DA FORMA QUE DESEJA COM SEUS FILHOS?
Existem 4 respostas que são as mais frequentes: - Você tem medo de reforçar o comportamento inadequado da criança se agir diferente -Medo de ser julgado pelos outros como muito agressivo ou permissivo - Tem várias outras preocupações na cabeça -Falta de descanso
Qual dessas está mais presente na sua vida?
Existe uma grande verdade na parentalidade (e posso estar correndo risco de cometer generalizações), mas todos nós temos a intenção de sermos pais pacientes que escutam os filhos e que nunca farão nada para os magoar ou deixá-los numa situação de fragilidade.
Acontece que na VIDA REAL, não é bem assim que as coisas acontecem. Por mais que hajam tentativas de sermos coerentes, vez ou outra, aparece um grito ou uma situação que perdemos a cabeça. E lá surgem as situações de conflitos internos, de arrependimentos, culpa e de nos sentirmos péssimos pais. E quando nos damos conta, estamos tentando apenas sobreviver aos dias.

Quer ler a minha sugestão pra você conseguir colocar em prática o que deseja em relação a educação dos seus filhos e acabar com a AUTOSSABOTAGEM ? Vai ler o texto completo no www.acolhedoradepais.com (link) na bio.

Ana Flora Medeiros
Acolhedora de pais
Educadora Parental
Psicóloga
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
💻Curso online - Transformando minha relação com meus filhos.
www.acolhedoradepais.com

#DESENVOLVIMENTO #PSICOLOGIA #PSICOLOGIAONLINE #PSICOTERAPIA #SAÚDEEMOCIONAL #INTELIGÊNCIAEMOCIONAL #SAÚDEMENTAL #BEMESTAR #DESENVOLVIMENTOPESSOAL #EMOÇÕES #PARENTALIDADE #ACOLHEDORADEPAIS #MATERNIDADE #PATERNIDADE #VIDADEMÃE #ACOLHIMENTOFAMILIAR #ASSERTIVIDADE #DISCIPLINAPOSITIVA #MOTIVAÇÃO #TRANSFORMAÇÃO #AUTOSSABOTAGEM

Existem diversos motivos pelos quais não conseguimos mudar nosso comportamento perante nossos filhos e educá-los de uma maneira que nos faria sentir menos culpa. Mas existe uma, em específico, que precisamos dar atenção: a AUTOSSABOTAGEM. POR QUE RAZÕES VOCÊ NÃO CONSEGUE REAGIR DA FORMA QUE DESEJA COM SEUS FILHOS? 
Existem 4 respostas que são as mais frequentes: - Você tem medo de reforçar o comportamento inadequado da criança se agir diferente -Medo de ser julgado pelos outros como muito agressivo ou permissivo - Tem várias outras preocupações na cabeça -Falta de descanso 
Qual dessas está mais presente na sua vida? 
Existe uma grande verdade na parentalidade (e posso estar correndo risco de  cometer generalizações), mas todos nós temos a intenção de sermos pais pacientes que escutam os filhos e que nunca farão nada para os magoar ou deixá-los numa situação de fragilidade. 
Acontece que na VIDA REAL, não é bem assim que as coisas acontecem. Por mais que hajam tentativas de sermos coerentes, vez ou outra, aparece um grito ou uma situação que perdemos a cabeça. E lá surgem as situações de conflitos internos, de arrependimentos, culpa  e de nos sentirmos péssimos pais. E quando nos damos conta, estamos tentando apenas sobreviver aos dias.

Quer ler a minha sugestão pra você conseguir colocar em prática o que deseja em relação a educação dos seus filhos e acabar com a AUTOSSABOTAGEM ? Vai ler o texto completo no www.acolhedoradepais.com (link) na bio.

Ana Flora Medeiros
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Psicóloga
Especialista em Neuropsicologia
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#DESENVOLVIMENTO #PSICOLOGIA #PSICOLOGIAONLINE #PSICOTERAPIA #SAÚDEEMOCIONAL #INTELIGÊNCIAEMOCIONAL #SAÚDEMENTAL #BEMESTAR #DESENVOLVIMENTOPESSOAL #EMOÇÕES #PARENTALIDADE #ACOLHEDORADEPAIS #MATERNIDADE #PATERNIDADE #VIDADEMÃE #ACOLHIMENTOFAMILIAR #ASSERTIVIDADE #DISCIPLINAPOSITIVA #MOTIVAÇÃO #TRANSFORMAÇÃO #AUTOSSABOTAGEM
106 6 5 April, 2018

À todas as mães que se dedicam genuinamente aos seus filhos. Um feliz dia ❣️ Pausar a vida pelos filhos...
.

Hoje tomei meu chá e fiquei pensando em quantas vezes, desde que me tornei mãe, já escutei a frase “não pause sua vida pelos filhos, pois eles um dia crescem”; como uma forma disfarçada de menosprezar a dedicação materna.
Cria-se o filho pro mundo, todo mundo diz.
As asas, as benditas asas. Eu sei, você sabe.
Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas.
Por 9 meses, pausa o vinho.
Por aproximadamente 40 dias se pausa a vida sexual.
Por muitas e muitas noites pausa o sono , pausam a reunião de trabalho, a ligação importante, a oportunidade profissional. Pausa a poupança, porque juntar dinheiro fica difícil.
A gente pausa as refeições e os banhos. Pausa os planos de viagens, as saídas com as amigas, as idas ao cabeleireiro.
A gente pausa o coração na preocupação e pausa a própria vida pra respirar a deles.
Criar para o mundo. O que isso seria?
Suponho que minha mãe me criou “para o mundo,” sempre me dando asas. Fui conquistar esse mundão para o qual a minha mãe me criou.
Mas a verdade é que eu nunca deixei de ser dela. Um pedaço dela. Um produto dela.
Então eu penso, enquanto tomo meu chá com lágrimas e amargo as saudades que sinto da minha mãe, que filhos não são do mundo. Nossos filhos são nossos! Eles vieram da gente e voltam pra gente de novo e de novo.
Mesmo estando longe, eles são nossos. Nossos pedaços. Nossos produtos. Os produtos de todas as nossas pausas. Porque é na pausa que fortalecemos o vínculo, é na pausa que construímos as memórias. É no pausar da vida, nesse incessante viver pelo outro, em meio às dores e sacrifícios que, como mulheres, muitas vezes nos vemos plenas; e mais do que isso, nos vemos mães.

Texto do blog "e agora, Cinderela?" #felizdiadasmaes #acolhedoradepais #parentalidadepositiva

À todas as mães que se dedicam genuinamente aos seus filhos. Um feliz dia ❣️ Pausar a vida pelos filhos...
.

Hoje tomei meu chá e fiquei pensando em quantas vezes, desde que me tornei mãe, já escutei a frase “não pause sua vida pelos filhos, pois eles um dia crescem”; como uma forma disfarçada de menosprezar a dedicação materna. 
Cria-se o filho pro mundo, todo mundo diz. 
As asas, as benditas asas. Eu sei, você sabe.
Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas. 
Por 9 meses, pausa o vinho. 
Por aproximadamente 40 dias se pausa a vida sexual. 
Por muitas e muitas noites pausa o sono , pausam a reunião de trabalho, a ligação importante, a oportunidade profissional. Pausa a poupança, porque juntar dinheiro fica difícil. 
A gente pausa as refeições e os banhos. Pausa os planos de viagens, as saídas com as amigas, as idas ao cabeleireiro. 
A gente pausa o coração na preocupação e pausa a própria vida pra respirar a deles.
Criar para o mundo. O que isso seria? 
Suponho que minha mãe me criou “para o mundo,” sempre me dando asas. Fui conquistar esse mundão para o qual a minha mãe me criou. 
Mas a verdade é que eu nunca deixei de ser dela. Um pedaço dela. Um produto dela. 
Então eu penso, enquanto tomo meu chá com lágrimas e amargo as saudades que sinto da minha mãe, que filhos não são do mundo. Nossos filhos são nossos! Eles vieram da gente e voltam pra gente de novo e de novo. 
Mesmo estando longe, eles são nossos. Nossos pedaços. Nossos produtos. Os produtos de todas as nossas pausas. Porque é na pausa que fortalecemos o vínculo, é na pausa que construímos as memórias. É no pausar da vida, nesse incessante viver pelo outro, em meio às dores e sacrifícios que, como mulheres, muitas vezes nos vemos plenas; e mais do que isso, nos vemos mães.

Texto do blog "e agora, Cinderela?" #felizdiadasmaes #acolhedoradepais #parentalidadepositiva
45 1 13 May, 2018

Vem participar da semana PRÉ GRUPO DE ACOLHIMENTO E EDUCAÇÃO PARENTAL NO WHATSAPP...VAI SER GRATUITO !!! ⚠️Eu compartilharei 3 conteúdos introdutórios aos que eu abordarei no grupo. Para participar é só me enviar seu contato por DIRECT.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós Graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com
#acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #educaçãoparental #parentalidadepositiva #desenvolvimentoinfantil

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Ana Flora Medeiros 
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Pós Graduada em Parentalidade Positiva
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33 3 11 hours ago

Sobre as habilidades, dificuldades e necessidades das crianças entre 0 e 3 anos.
Ana Flora Medeiros
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
www.acolhedoradepais.com

#desenvolvimentoinfantil #acolhimentofamiliar #acolhedoradepais #parentalidadepositiva #disciplinapositiva #educaçãonaoviolenta #educarcomamor #psicologiaparental #educaçãoparental

Sobre as habilidades, dificuldades e necessidades das crianças entre 0 e 3 anos. 
Ana Flora Medeiros 
Psicóloga Parental
Pós graduada em Parentalidade Positiva
Especialista em Neuropsicologia
Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento
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61 15 6 hours ago

Como não dizer não, sem precisar dizer sim. Parece confuso não é? . -NÃO COLOCA O DEDO NA TOMADA! -NÃO PEGA MINHA BOLSA! -NÃO PUXA O RABO DO CACHORRO! -NÃAAAAAAAAAO!!! A ideia desse post é mostrar o quão difícil pode ser dizer algo diferente de NÃO, quando queremos impor limites e regras aos nossos filhos. E o quão fácil e improdutivo pode ser dizer NÃO. Ao contrário do que a grande maioria das pessoas pensa, parar dizer NÃO, não significa dizer SIM pra tudo. As crianças precisam de limites e regras, mas elas podem ser estabelecidas de maneira positiva, mais generosa, menos agressiva.
.
Significa que é pra parar dizer NÃO agora? NÃO! Não significa isso, sobretudo quando envolve a segurança da criança você deve dizê-lo. Mas, é importante refletirmos sobre a forma como nos comunicamos com as crianças e que a forma de estabelecer a comunicação pode afetá-los de algumas maneira. É tão fácil dizer não, que muitas vezes qual é a primeira palavra que os bebês aprendem? NÃO!
Dizemos NÃO quando estamos sentados no sofá, gritando da cozinha pra criança ouvir do quarto, olhando pro celular enquanto ela brinca na nossa frente. Quando fazemos isso, não estamos explicando a razão dela não poder fazer determinadas coisas...e de uma hora para outra, é tanto NÃO que a criança pode se perguntar “mas pera, o que então eu posso fazer?” Ao dizermos um NÃO, desacompanhado de uma explicação e justificativa corremos o risco da criança generalizar o uso da palavra e não entender a razão de não poder fazer determinadas coisas. Ela passará a pensar que “Pegar a bolsa” “Coloca o dedo na tomada” “Puxar o rabo do cachorro” são a mesma coisa ou tem a mesma consequência por ser proibido. E assim, ela perde oportunidade de aprender sobre quais são exatamente as regras e os limites. .
É fácil mudar a forma de falar? NÃO É FÁCIL! Mas pode te possibilitar crescimento como pessoa também. Pensar antes de falar. Isso pode ser muito rico pra você e pra quem convive contigo. Antes de dizer NÃO, tente pensar por que não. E será mesmo que não? Lembre-se que as crianças são movidas pela curiosidade e nem sempre precisamos privá-la de viver isso. Com segurança, SEMPRE.

Como não dizer não, sem precisar dizer sim. Parece confuso não é? . -NÃO COLOCA O DEDO NA TOMADA! -NÃO PEGA MINHA BOLSA! -NÃO PUXA O RABO DO CACHORRO! -NÃAAAAAAAAAO!!! A ideia desse post é mostrar o quão difícil pode ser dizer algo diferente de NÃO, quando queremos impor limites e regras aos nossos filhos. E o quão fácil e improdutivo pode ser dizer NÃO. Ao contrário do que a grande maioria das pessoas pensa, parar dizer NÃO, não significa dizer SIM pra tudo. As crianças precisam  de limites e regras, mas elas podem ser estabelecidas de maneira positiva, mais generosa, menos agressiva.
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 Significa que é pra parar dizer NÃO agora? NÃO! Não significa isso, sobretudo quando envolve a segurança da criança você deve dizê-lo. Mas, é importante refletirmos sobre a forma como nos comunicamos com as crianças e que a forma de estabelecer a comunicação pode afetá-los de algumas maneira. É tão fácil dizer não, que muitas vezes qual é a primeira palavra que os bebês aprendem? NÃO! 
Dizemos NÃO  quando estamos sentados no sofá, gritando da cozinha pra criança ouvir do quarto, olhando pro celular enquanto ela brinca na nossa frente. Quando fazemos isso, não estamos explicando a razão dela não poder fazer determinadas coisas...e de uma hora para outra, é tanto NÃO que a criança pode se perguntar “mas pera, o que então eu posso fazer?” Ao dizermos um NÃO, desacompanhado de uma explicação e justificativa corremos o risco da criança generalizar o uso da palavra e não entender a razão de não poder fazer determinadas coisas. Ela passará a pensar que “Pegar a bolsa” “Coloca o dedo na tomada” “Puxar o rabo do cachorro” são a mesma coisa ou tem a mesma consequência por ser proibido. E assim, ela perde oportunidade de aprender sobre quais são exatamente as regras e os limites. . 
É fácil mudar a forma de falar? NÃO É FÁCIL! Mas pode te possibilitar crescimento como pessoa também. Pensar antes de falar. Isso pode ser muito rico pra você e pra quem convive contigo. Antes de dizer NÃO, tente pensar por que não. E será mesmo que não? Lembre-se que as crianças são movidas pela curiosidade e nem sempre precisamos privá-la de viver isso. Com segurança, SEMPRE.
109 8 22 May, 2018